FTTx Maps

Manual de uso

Do primeiro acesso ao técnico em campo — para administradores, projetistas, vendas e técnicos.

Edição 10 · outubro de 2026 · corresponde ao sistema v1.121.0
As telas deste manual foram capturadas do sistema real, em uso.

1Entrar no sistema

Cada empresa tem o seu próprio endereço, no formato suaempresa.fttxmaps.com. Abra-o no navegador, digite o login e a senha que o administrador criou para você e clique em Entrar.

tela de login
A tela de entrada. O endereço da empresa já identifica de quem é o sistema — não há campo de "empresa" para preencher.

O login pode ser um e-mail, se foi assim que o administrador criou a sua conta. Embaixo do botão Entrar há dois atalhos: Trabalha com vendas? Entrar na consulta de viabilidade leva quem é do comercial à porta certa, e Chamar suporte no WhatsApp abre uma conversa com a nossa equipe, para quem não consegue entrar.

São quatro portas de entrada independentes, e o administrador decide quais cada pessoa usa. O login e a senha são os mesmos em todas; a porta é que abre ou não.

PortaPara quemOnde se entra
WebProjetistas e administradoreso endereço da empresa, no navegador
MobileTécnicos de campoo aplicativo no celular
VendasEquipe comercial/vendas — o FTTx Viabilidade, consulta de viabilidade
MonitoramentoQuem acompanha os clientes e os alarmes da rede/monitoramento, ou o botão Monitoramento da tela de projetos — só na empresa com o monitoramento ligado. O administrador entra sempre.
Bom saber

Um técnico costuma ter só a porta Mobile marcada: ele entra no aplicativo, mas não no sistema pelo navegador. Isso não é limitação de conta, é escolha de quem administra — e muda a qualquer momento.

Uma conta, um lugar

Cada conta fica conectada num lugar só por porta. Ao entrar em outro computador, o anterior é desconectado na mesma hora, com o aviso "esta conta entrou em outro dispositivo" — ninguém perde trabalho sem saber por quê. As portas são independentes: entrar no aplicativo do celular não derruba o navegador.

Sem uso, a sessão fecha

No navegador, 30 minutos sem mexer no sistema encerram a sessão sozinhos: a tela de entrada volta com o aviso "Sessão encerrada após 30 minutos sem uso". Conta como uso clicar, digitar, rolar ou tocar na tela. Só voltar para a aba não conta.

2A tela principal

Depois de entrar, o sistema abre na escolha de projeto. Cada projeto é uma rede: uma cidade, um bairro, uma expansão.

a tela inicial com os projetos da empresa
A tela inicial. No alto, os atalhos — app do técnico, novidades, dashboard, monitoramento (na empresa que tem), este manual e o suporte — e, à direita, o quadro da conta: o tema, o nome da empresa, quem está logado, as configurações e a saída. Embaixo do título, os atalhos do módulo de vendas e do OTDR Viewer. Depois, o filtro por nome e um cartão por projeto.
cartão de um projeto na tela inicial
O cartão de um projeto. Antes de abrir, ele já diz o tamanho da rede — aqui 2.118 caixas, 340,02 km de cabo e 25.399 postes — e a coordenada da localização-base. O selo ⚠ 8 abertas conta as pendências que esperam alguém; quando aparecem pendências novas desde a sua última visita, o selo diz isso também.

O selo de cada projeto mostra quantas pendências estão abertas e quantas apareceram desde a sua última visita — dá para ver o que precisa de atenção antes de abrir qualquer coisa.

O dashboard da empresa

O botão Dashboard, no alto da tela de projetos, abre o retrato da empresa inteira: clientes ativos, clientes em caixa (os ativos ligados a uma caixa), portas de atendimento (ocupadas × existentes), caixas, quanto da rede já está implantado, pendências abertas e os projetos. Abaixo, os gráficos: cabos, caixas e FTTA por status — cada um com o seu percentual pronto no miolo —, os elementos por tipo, os clientes novos por mês com a linha do acumulado e o comparativo de projetos. Nos clientes novos, a primeira carga de cada fonte (a importação do ERP, por exemplo) fica fora das barras e entra só no acumulado.

Alguns cartões só aparecem quando há o que mostrar: Sinal medido (ONU) e Online no ERP para quem tem integração com o sistema comercial, Conexão agora quando o ERP manda a conexão dos clientes, e Caixas em alarme para quem tem o monitoramento — um clique nele abre o monitoramento. Quem enxerga só alguns projetos não tem o botão Dashboard.

o dashboard da empresa: cartões de clientes, portas, caixas e rede implantada, com as roscas de status por assunto
A empresa inteira numa tela. Os cartões de cima resumem clientes, portas de atendimento, caixas e implantação; as roscas mostram cabos, caixas e FTTA por status, cada uma com o seu percentual pronto no miolo.

Os números saem direto do banco, sem abrir projeto nenhum — por isso a tela carrega em segundos mesmo numa empresa com centenas de milhares de elementos. O Sinal previsto (projeto) é a média da última conta de cada cliente: quem alimenta esse número é a ficha do cliente e o relatório em área, a cada cálculo que fazem. Sem nenhuma conta feita, o cartão não aparece. O Sinal medido (ONU) é o que a ONU está recebendo, trazido do sistema comercial; leitura com mais de 7 dias não entra na média. Os dois cartões dizem de quando é o número.

O que mudou na última versão

Quando uma versão nova entra no ar, o sistema mostra um cartão contando o que mudou — uma vez só, na tela de projetos, escrito para quem usa e não para quem programa. O botão Entendi fecha e ele não volta até a próxima versão.

Perdeu, ou quer reler? O botão Novidades, no alto da mesma tela, reabre quando você quiser. Com o mapa aberto, o mesmo texto está no painel do suporte, em O que mudou (seção 22).

3Criar um projeto

Um projeto precisa de três coisas: um nome, uma sigla e uma localização-base — o ponto do mundo em torno do qual o sistema desenha a área inicial, um quadrado de 20 km de lado.

Preencher o formulário

  1. Na tela de projetos, clique em Criar novo projeto. Abre o formulário Novo projeto.
  2. Nome do projeto — o nome da rede, como a equipe chama: Expansão Jardim América, por exemplo.
  3. Sigla do projeto — de 2 a 10 letras, números ou hífen, sem acento (JAM). O sistema passa para maiúsculas. Ela identifica as caixas deste projeto em sistemas externos: as CTOs viram SIGLA.CTO 1. Não pode repetir a de outro projeto.
  4. Se a rede de outro projeto deve aparecer dentro deste — o backbone, por exemplo —, abra Projetos pai e marque (veja Projetos pai e filhos, abaixo).
  5. Localização-base — cole a coordenada ou use Escolher no mapa.
  6. Criar e abrir projeto cria o projeto e já abre no mapa.
O formulário Novo projeto com nome, sigla e localização-base preenchidos, e o botão Criar e abrir projeto.
Novo projeto. Nome, sigla e localização-base são obrigatórios. Projetos pai fica fechado até você precisar dele.

Escolher a localização no mapa

Não é preciso sair do sistema para buscar coordenada em outro lugar. No formulário, o botão Escolher no mapa abre a janela Escolha o ponto no mapa. Ela começa no ponto que já estiver escrito no campo, com o alfinete nele; com o campo vazio, na base de um projeto que a empresa já tem:

  1. Digite a cidade, o bairro ou a rua no campo de busca e escolha uma das sugestões — o mapa voa até lá.
  2. Arraste o mapa até o ponto exato. O satélite já vem ligado; Ruas e Satélite ficam lado a lado se quiser trocar.
  3. Clique no ponto. Um alfinete marca o lugar e as coordenadas aparecem no rodapé. Para corrigir, arraste o alfinete ou clique em outro lugar.
  4. Usar esta localização devolve o ponto ao formulário. Cancelar volta sem mexer no que já estava escrito.
seletor de localização com busca por cidade
Escolher no mapa. A busca já sugeriu "Juína - MT" com o nome digitado pela metade. O seletor Satélite/Ruas fica ao lado, e o rodapé diz de onde vem a imagem — aqui, Google.

Se você já tem a coordenada — recebida por mensagem, por exemplo — pode colá-la direto no campo: em decimal (-11.42038, -58.75872), em graus, minutos e segundos (26°46'18.6"S 53°11'18.2"W) ou o link de um lugar do Google Maps. O link curto (maps.app.goo.gl) não traz a coordenada. O mapa é atalho, não obrigação.

Sobre privacidade

O sistema nunca pede a localização do seu navegador. Não existe botão de "usar minha posição" nesta tela, e nenhuma permissão de GPS é solicitada no computador. Quem escolhe o ponto é você, olhando o mapa.

Busca por cidade

Digite pelo menos quatro letras e pare de digitar por um instante: aparece uma lista de até seis lugares, só do Brasil. Escolher um leva o mapa até ele. Toda cidade chega na mesma distância — a de interior aparece inteira, e numa capital a tela fica cheia de cidade. Um bairro chega mais perto, uma rua mais ainda, e um endereço com número chega na quadra. Buscar (ou Enter) vai direto ao primeiro da lista. A busca só aproxima: quem marca o ponto é o seu clique.

Projetos pai e filhos

Uma rede que atravessa várias cidades — o backbone — pode morar num projeto só e aparecer dentro dos outros. No formulário, Projetos pai diz de quem este projeto enxerga a rede (dá para marcar já na criação, e mais de um), e Projetos filhos, que aparece só em Editar projeto, diz quem enxerga a dele. A rede do pai entra recortada pela área do filho: o cabo que cruza a área vem inteiro, a caixa só se estiver dentro. Lá ela é só leitura — dá para ver a ficha e abrir o diagrama; editar, só no projeto dono.

Mapa público

Um projeto pode ganhar um endereço que qualquer pessoa abre sem login, só para olhar. Publicar deixa toda caixa, cabo, poste e área do projeto visíveis para quem tiver o link. Clientes e drops nunca saem. Só o administrador publica.

  1. Na tela de projetos, clique em Editar projeto no cartão.
  2. Abra Tornar mapa público.
  3. Em Endereço do mapa, escreva o fim do link: de 3 a 60 letras minúsculas, números ou hífen. O Link do mapa mostra o endereço inteiro.
  4. Escolha o Prazo: 30 dias, 90 dias, 180 dias, 1 ano ou Sem prazo. Ao vencer, o endereço para de responder sozinho.
  5. Clique em Publicar mapa e confirme. Na janela Mapa público no ar, Copiar link copia o endereço.
O formulário Editar projeto com Tornar mapa público aberto: o aviso, o endereço, o prazo, o link e o botão Publicar mapa.
Mapa público. O link inteiro aparece antes de publicar, para conferir o que vai para a rua.

O cartão do projeto ganha o selo no ar. Para tirar do ar, volte em Editar projeto, abra o bloco do mapa público e clique em Encerrar: o endereço para de responder na hora.

4Trabalhar no mapa

a tela de trabalho com a rede desenhada
A tela de trabalho. À esquerda, o cartão do projeto aberto — nome com a sigla, coordenada-base e o tamanho da rede —, com Editar área, Trocar projeto e o ↻, que busca no servidor o que mudou. Abaixo, as Pendências, o Ir até e as Camadas, com o Status e o Status de projeto no alto. A de CTOs está aberta: a seta ao lado do total mostra os tipos que este projeto usa, com quantos há de cada um. No alto do mapa, Ruas e Satélite (e Híbrido, quando o mapa é o do Google), e a barra de ferramentas de desenho. No canto de baixo, de cima para baixo: o selo de fps, o 3D, o zoom e o botão do suporte; com o mapa do Google, o bonequinho do Street View entra entre o 3D e o zoom. O ? dos atalhos fica no alto do painel, ao lado do nome; no pé, o tema e o Tipos e configurações. O fps diz se o mapa está fluido; o administrador desliga o dele na chave Marcador de FPS, em Config. da empresa.

Desenhar

A barra de Ferramentas de desenho fica no alto do mapa. CTO, CE, FTTA, POP, Poste, CXP e Cliente (seção 10) criam pontos; Cabo, Duto e Reserva desenham sobre a rede; Trena mede; Relatório abre o relatório em área; Área marca uma região; Importar traz um KML ou KMZ (seção 8). É uma ferramenta por vez: clicar nela de novo, ou Esc, larga. Quem só visualiza usa apenas a Trena e o Relatório. À esquerda da barra, Ruas, Satélite e Híbrido trocam o fundo do mapa.

  1. Criar caixas: escolha a ferramenta (CTO, CE, FTTA, POP, Poste ou CXP) e clique no mapa quantas vezes quiser. Cada clique marca uma caixa, e a ferramenta continua armada; Desfazer último tira a última. Para terminar, clique em Concluir e nomear, na faixa do alto do mapa (ou na ferramenta de novo, ou tecle Esc): abre a janela de nomear, com uma linha por caixa. No alto dela, preencha Prefixo do nome e Numerar a partir de, escolha Tipo e Status se quiser e clique em Aplicar a todos: as linhas ganham os nomes em sequência (CTO 1, CTO 2…) e o tipo e o status escolhidos. Depois, cada linha ainda se acerta à mão. Quando o projeto tem pastas, ali também se escolhe a Pasta. Nada é gravado antes de Salvar elementos. Cuidado com o Encerrar da faixa do alto: ele joga fora, sem perguntar, as caixas marcadas que ainda não foram salvas.
  2. Desenhar cabo: clique ponto a ponto seguindo a rua; o botão direito desfaz o último ponto. Perto de uma caixa, o círculo dela acende: o clique ali prende a ponta. Começar numa caixa já prende o início, e clicar em outra caixa prende o fim e conclui o desenho. Sem caixa no fim, use Concluir cabo, na faixa do alto. Abre a janela Configurar cabo desenhado: nome, tipo de cabo, status, cor e, quando o projeto tem pastas, a pasta. Criar cabo grava.
  3. Rede subterrânea: as ferramentas CXP e Duto desenham a caixa de passagem e a tubulação por onde os cabos correm (seção 5).
  4. Marcar reserva: a ferramenta Reserva registra a sobra de cabo deixada no poste ou na cruzeta (seção 6).
  5. Marcar uma área: a ferramenta Área contorna um bairro, uma expansão ou a zona de um técnico, só com nome e cor. Para mudar o contorno, clique na borda dela e use Editar área na ficha, ou o botão direito na borda (que também abre a ficha, o Street View daquele ponto e o Excluir): arraste os vértices, clique no ponto do meio de um lado para criar outro, Alt+clique tira um vértice, Shift+arrastar move a área inteira, e Salvar área grava.
  6. Editar: clique num elemento para abrir a ficha à direita — nome, status, descrição, tipo, cor e, quando o projeto tem pastas, a pasta. No poste há também o Status de projeto (seção 7), e na CTO, na CE e no FTTA a Categoria troca uma pela outra. O botão direito abre o menu do elemento. Na caixa: Abrir ficha, Abrir diagrama (na CXP, Abrir a câmara), Ver percurso (na caixa com splitter), Street View, Mover no mapa e Excluir. No cabo: Diagrama do cabo (seção 9), Editar cabo, Conectar em caixas (com o raio de busca em metros) e Postes ao lado do cabo…. Em Editar cabo, arraste uma ponta até uma caixa para conectar e os pontos menores para criar curvas; o botão direito numa dobra ou numa ponta remove o ponto. Salvar cabo grava.
  7. Mover: botão direito na caixa e Mover no mapa, ou o botão Mover caixa no mapa da ficha (no POP, Mover POP no mapa; no poste, Mover poste no mapa). Arraste: as pontas dos cabos ligados acompanham. No painel de baixo, Salvar caixa (no poste, Salvar poste) grava e Cancelar devolve. O poste leva junto os cabos que passam por ele, e a CXP leva as caixas que moram dentro. Com uma ferramenta de caixa ou de poste armada, dá também para segurar a caixa e arrastar direto: soltar grava, e Esc no meio do arrasto devolve.
  8. O status de cada elemento é um de três: Não implantado / planejado (o que ainda é projeto), Implantado (o que está no poste) e Certificado (o que foi medido e aceito). Implantado e certificado pintam igual no mapa — os dois são rede existente; a diferença mora na ficha, para quem precisa saber o que já passou pela certificação.
A janela de nomear quatro CTOs recém-marcadas, com Prefixo do nome, Numerar a partir de, Tipo, Status e Aplicar a todos no alto, uma linha por caixa e, no rodapé, Descartar todos e Salvar elementos.
Nomear as caixas criadas. O bloco de cima preenche todas as linhas de uma vez com Aplicar a todos; cada linha ainda se ajusta à mão. Num projeto com pastas, o bloco traz também a Pasta. Nada vai para o servidor antes de Salvar elementos.

Ver, medir e procurar

  1. Camadas: a lista começa recolhida; a seta ao lado do título abre. As caixinhas ligam e desligam cada família — Cabos, CTOs, CEs, FTTAs, POPs, Áreas, Postes, Caixas de passagem, Dutos, Reservas e Clientes, com Cabo do cliente e Cancelados logo abaixo, que começam desmarcados. Onde a família tem catálogo, a seta ao lado do total abre a lista dos tipos: só os que o projeto usa de verdade, cada um com a sua contagem e a sua caixa. Desmarcar um tipo tira só ele do mapa e deixa o resto da família no lugar. No alto da lista ficam o Status — não implantado, implantado ou certificado —, que vale para caixa, cabo e poste ao mesmo tempo, e o Status de projeto, que filtra só os postes (seção 7). No título, Aa escreve o nome das caixas no mapa, do zoom 12 para perto (o nome que encostaria no vizinho fica de fora), e Desmarcar desliga todas as camadas de uma vez, menos Postes; o mesmo botão vira Marcar.
  2. Ir até e busca: em Ir até, cole a Coordenada (-11.42038, -58.75872, ou em graus, minutos e segundos) ou escreva o Endereço (rua, número, cidade) e clique em Ir. O lugar fica marcado até o próximo clique no mapa. A busca por endereço usa o Google; sem ele, só a coordenada funciona. Em Buscar elementos, digite duas letras ou mais do nome: aparecem até 40 do que está no mapa, e um clique leva até o elemento.
  3. Botão direito no mapa, fora de qualquer elemento: o menu traz a coordenada do ponto no alto e, abaixo, Copiar coordenadas, Copiar link do Google Maps, Abrir no Google Maps, Street View aqui (com o Google), Abrir outro projeto em nova guia e ⚠ Criar pendência aqui.
  4. Medir: a Trena mede distância. Clique ponto a ponto; a faixa do alto mostra a distância somada, em metros. Desfazer ponto volta um, e Encerrar trena (ou Esc) sai. Ela não grava nada no projeto, e por isso funciona também para quem só visualiza.
  5. Street View: o bonequinho amarelo, no canto de baixo do mapa, logo acima do zoom, abre a imagem da rua numa janela por cima do mapa, sem sair do sistema. Um clique nele mostra em azul as ruas que têm imagem (o bonequinho fica azul), e um clique numa rua azul abre a foto ali; outro clique no bonequinho apaga as ruas azuis. Arrastar o bonequinho e soltar em cima de uma rua abre a foto daquele ponto, como no Google Maps; o Esc no meio do arrasto desiste. No botão direito do mapa, Street View aqui faz o mesmo; no botão direito de uma caixa ou poste, Street View abre a imagem mais perto já virada para ela, com o nome marcado na foto. A janela se arrasta pelo título, muda de tamanho pela borda ou pelos cantos (o tamanho e o lugar valem até você trocar de projeto ou recarregar a página) e diz de quando é a foto; enquanto ela está aberta, um marcador no mapa mostra onde a foto está e para onde ela olha. Aparece quando o Google Maps está habilitado no sistema, com qualquer fundo de mapa.
  6. Vista 3D: o botão 3D, no canto de baixo do mapa, logo acima do bonequinho do Street View, deita o mapa como no Google Earth; outro clique volta ao 2D. No 3D a rede é a mesma: dá para desenhar, mover caixas e postes, editar os pontos do cabo, usar o botão direito e a trena, e o duplo clique na caixa abre o diagrama. No canto de cima ficam a bússola, que põe o norte para cima e endireita a vista, os dois círculos para girar, inclinar e andar, e o botão do relevo do terreno, que começa desligado. As teclas estão em Teclas e gestos. Abrir o Street View volta ao 2D.
  7. Relatório em área: escolha Relatório na barra (ou o botão Relatório em área, na aba Relatórios), marque três ou mais pontos e clique em Concluir área, que fica na aba Relatórios; o botão direito desfaz o último ponto. O caminho curto é segurar Shift ou Ctrl e arrastar um retângulo no mapa. O relatório mostra tudo o que há dentro, com alteração de tipo e status em massa — e, se precisar, exclusão em massa. Ela pede que você digite a quantidade para confirmar, e não tem desfazer. É também a porta de saída de arquivo do sistema: Exportar PDF, Exportar DXF e Exportar KMZ geram o arquivo com o que está no polígono, e Carregar lista de materiais e orçamento abre uma prévia com cabos, caixas e splitters por tipo e o custo estimado, que sai em PDF ou CSV (seção 8). O resumo do relatório também conta os clientes da área, as portas de atendimento (total × ocupadas), os postes, o percentual de implantação e o sinal médio teórico dos clientes — calculado ali mesmo, cliente a cliente. Cada pasta do projeto tem o seu próprio relatório.
O mapa em 3D, inclinado sobre o satélite com o relevo ligado, a rede de demonstração, a bússola, os dois círculos e o botão do relevo no canto de cima e o botão 3D aceso.
A vista 3D. A mesma rede, deitada sobre o satélite e o relevo. No canto de cima, a bússola, os círculos de girar e de andar e o botão do relevo; no canto de baixo, o 3D aceso.

As abas Projeto e Relatórios

O painel da esquerda tem duas abas. Projeto é o projeto aberto: o cartão com o nome, a sigla e o tamanho da rede, as Pendências, o Ir até e as Camadas. O ↻ no canto do cartão busca no servidor o que mudou sem recarregar a página: o cliente que chegou do sistema comercial, a alteração de um colega.

Relatórios junta o que é consulta. Painel do projeto abre os números do projeto aberto: caixas e rede por status, clientes ativos, clientes em caixa, portas de cliente, elementos por tipo, as caixas mais cheias e os clientes novos por mês. Relatório em área é o mesmo da barra. Na empresa com o SGP ligado, Integração SGP mostra quanto das caixas e dos clientes do projeto está ligado ao SGP e as caixas que precisam ter o nome trocado lá, com o nome pronto para copiar.

As pastas do projeto

No fim de Camadas fica Pastas do projeto: a rede do projeto em árvore, como no Google Earth. Ela começa fechada; a seta abre. O projeto já vem com uma pasta por tipo, e criar outras é opcional.

O painel rolado até Pastas do projeto aberta: a pasta do projeto, as pastas de tipo com a das CTOs aberta, o Filtrar por nome e o menu do botão direito de uma CTO.
As pastas do projeto. A árvore no fim das camadas: a pasta do projeto e, dentro dela, as pastas de tipo, que vêm prontas, e as que a empresa criar. Na linha de cada pasta ficam relatório, nova subpasta, renomear e excluir; no botão direito do elemento, Ir até, Abrir diagrama, Mover para a pasta… e Excluir.

Os tipos de caixa

SiglaO que éOnde entra na rede
POPPonto de presençaonde ficam OLT, DIO e switch — o começo de tudo
CECaixa de emendano meio do backbone, onde os cabos se emendam
CTOCaixa de terminação ópticana ponta, onde o cliente é atendido
FTTAPrédio / atendimento verticalquando um endereço concentra vários clientes
CXPCaixa de passagemno subterrâneo: o poço por onde os cabos passam — e onde CEs e CTOs podem morar dentro (seção 5)

No mapa cada um tem o seu desenho, e é por ele que se reconhece de longe: a CTO é o círculo, a CE também, o POP é a casinha, o FTTA é o prédio — um retângulo em pé com as janelas — e a CXP é o quadrado de cantos arredondados, o formato da tampa.

O catálogo da empresa: tipos e configurações

Caixa, cabo e splitter não são desenhados do zero a cada vez: cada um aponta para um tipo do catálogo da empresa, e é o tipo que carrega capacidade, cor, perda e o modelo de diagrama. Trocar a cor de um tipo repinta todas as caixas dele de uma vez.

O botão Tipos e configurações, no rodapé do painel esquerdo, abre o catálogo. Nesse mesmo rodapé fica o tema — Escuro, Claro e Azul. O ?, no alto do painel ao lado do nome FTTx Maps, abre a lista de teclas e gestos (a tecla F1 faz o mesmo). Toda empresa nova nasce com uma lista pronta — e ela é ponto de partida, não regra: dá para renomear, recolorir, criar os seus e apagar o que não usa.

As abas do catálogo, na ordem da tela: Cabos, Splitters, DIOs, CTOs, CEs, FTTAs, POPs, OLTs, Equipamentos ativos, Equipamentos elétricos, GBICs, Amplificadores, Racks, Padrões de cor, Acopladores, Perdas, Postes, Caixas de passagem, Dutos e Reservas.

Em Padrões de cor ficam as sequências de cor das fibras e dos tubos. Vêm três de fábrica — De fábrica (ABNT), ABNT piloto/direcional e TIA-598 (EUA) —, que não se editam: Duplicar faz uma cópia da empresa, e essa se edita, com a prévia ao vivo. Cada tipo de cabo escolhe o seu no campo Padrão de cores. Num tubo com mais de 12 fibras, da 13ª em diante a cor se repete com uma marca: no padrão de fábrica, a 13ª é a Verde 2 · 1 anel. A marca aparece no diagrama das caixas, no app do técnico e no DXF. Trocar o padrão de um tipo em uso pergunta antes, dizendo quantos cabos mudam.

A aba Padrões de cor com o editor de um padrão aberto e a prévia mostrando a 13ª fibra como Verde 2 · 1 anel.
Padrões de cor. O editor com a prévia ao vivo: da 13ª fibra do tubo em diante, a cor se repete com a marca.

O preço de cada tipo

Nove famílias têm uma coluna de preço: o cabo e o duto são por metro; a CTO, a CE, a caixa de passagem, o splitter, o acoplador, o poste e o DIO são por unidade. É esse preço que o relatório em área usa para dizer quanto a rede custa (seção 8).

O campo pode ficar em branco, e em branco não é zero: quer dizer "ainda não sei". O item sem preço fica de fora da soma e o relatório avisa. Zero, esse sim, é preço — serve para o material que a empresa já tem em estoque.

OLT, equipamento ativo, amplificador, equipamento elétrico, rack e GBIC não têm preço no catálogo. FTTA e POP também não: um é prédio, o outro é lugar. A reserva também não tem: ela é metro do próprio cabo.

Tipo em uso não se exclui. Se alguma caixa, cabo ou diagrama usa o tipo — ou outro tipo do catálogo depende dele, como o modelo de diagrama de uma caixa ou o GBIC padrão de uma OLT —, o sistema recusa na janela Tipo em uso e diz quantos são. Até 12, a lista vem no próprio aviso, com o projeto e as caixas; acima disso, Carregar lista a traz. Troque o tipo deles, na ficha ou na alteração em massa do relatório em área, e exclua depois. DIO, OLT, equipamento ativo, amplificador e equipamento elétrico não trocam de tipo no diagrama: a peça precisa sair do diagrama antes.

FamíliaO que vem de fábrica
CTOs CTO padrão (8 portas atrás de um 1×8), CTO 1/8 e 1/16, e a família pré-conectorizada: 00/00, 10/90, 15/85, 20/80, 30/70 e 50/50. As de razão trazem dois splitters já montados — o 1×2 desbalanceado que sangra a porcentagem menor da rede e o 1×8 que atende os clientes. A cor do miolo é a identidade da razão, para o técnico saber qual é sem abrir.
CEs CE de 96 fusões, CEO grande, picolé e compacta.
Cabos Primeiro o Cabo Cliente, o drop que chega na casa — é o mais desenhado, e por isso abre a lista. Depois os de rua, de 1 a 144 FO, em pares primário/secundário até 24 FO.
GBICs Os transceptores do POP. Começam pelos cordões de rack — DAC 1 Gb, DAC 10 Gb e AOC 100 Gb — e seguem nos SFP de 10 a 100 km, cada um com o seu comprimento de onda e as potências de transmissão e recepção.
Caixas de passagem, dutos e reservas As duas caixas de passagem de fábrica, R1 (55×35×55 cm) e R2 (105×55×80 cm), o Duto padrão e a Reserva padrão. Cada família tem a sua aba no catálogo — Caixas de passagem, Dutos e Reservas —, onde se criam outros tipos: a caixa de passagem com tamanho e cor por status, o duto com espessura e cor do traço, a reserva com metragem padrão e cor por status.
Splitters Os balanceados (1:2 a 1:32) e os desbalanceados de 1/99 a 45/55. Cada um existe em duas versões: a conectorizada, que atende cliente, e a fusionada, de rede.
DAC e AOC não são cabos

DAC e AOC são GBICs, não cabos: cordões prontos, com os transceptores presos nas pontas. Entram pelo diagrama do POP, ligados à porta do equipamento, e não aparecem para quem desenha rede. Cada um conta como uma via, não duas.

5Rede subterrânea: caixa de passagem e duto

Nem toda rede vai no poste. Onde a fibra desce para o solo entram dois elementos: a caixa de passagem (CXP) e o duto. As telas desta seção saem de uma rede de demonstração: os nomes que aparecem nelas são de exemplo — na sua, os nomes são os que você der.

caixas de passagem ligadas por um duto no mapa
O subterrâneo na rua. Os quadrados azuis são caixas de passagem; as linhas verdes grossas são dutos, ligando uma caixa à outra, com o cabo correndo por dentro. Das caixas de passagem saem, tracejados, os cabos até os prédios (os FTTAs). O traço amarelo tracejado no alto é um cabo aéreo, que passa por fora. Nas camadas, à esquerda, os três tipos são contados como qualquer outro: Caixas de passagem 6, Dutos 5, Reservas 7 — e na barra de desenho CXP, Duto e Reserva são ferramentas como as demais.

A caixa de passagem

Escolha a ferramenta CXP na barra de desenho e clique no mapa, como em qualquer outra caixa. O tipo vem do catálogo da empresa, que já nasce com dois tamanhos: R1 (55×35×55 cm) e R2 (105×55×80 cm). Outros tamanhos se cadastram na aba Caixas de passagem de Tipos e configurações, com a cor de planejada e a de implantada.

A CXP não faz emenda. Ela é o poço: o cabo entra, dá a volta e sai. Quem emenda são as caixas que moram dentro dela — e essas são CE, CTO, FTTA ou POP normais, apenas posicionadas ali.

Para colocar uma caixa dentro, escolha a ferramenta dela (CE, CTO…) e clique em cima da CXP: o ímã cola na posição exata. Ou abra a câmara e use o botão + Criar caixa do rodapé — ele pergunta se nasce CTO ou CE, e a caixa já nasce na coordenada exata do poço, sem depender de mira. A ficha da CXP passa a listar quem está lá. Não há teto: quantas caixas você alocar no mesmo poço, todas moram nele e dividem o espaço dentro da moldura da câmara.

O duto

A ferramenta Duto desenha como um cabo — ponto a ponto — e liga duas caixas de passagem. A ficha dele traz a extensão calculada a partir do traçado: no exemplo desta seção, 39,6 m entre uma caixa e a outra.

O que corre por dentro não se declara em lugar nenhum: o sistema deduz da geometria. Cabo que tem dois pontos seguidos nas duas bocas do duto está dentro dele — e a ficha lista todos, com a contagem no título (Cabos lá dentro (1)), quantas fibras cada um tem e um atalho para abrir a ficha dele.

Na rua, o duto é o único clicável

Clicar no traço abre a ficha do duto, nunca a do cabo que está lá dentro — mesmo os dois estando um em cima do outro. Cabo enterrado não se edita pela rua: arrastar o traçado dele no mapa seria mentira geográfica, porque ele está preso ao duto. Para mexer nesse cabo, abra uma das caixas de passagem das pontas.

Passar o cabo pelo duto

O duto termina sozinho ao clicar na segunda caixa de passagem, sem janela. Com o duto pronto, escolha a ferramenta Cabo e clique de caixa de passagem em caixa de passagem: entre duas CXPs seguidas, o traçado vai sozinho pelo caminho mais curto dos dutos, e o aviso diz Cabo roteado por dentro do duto. A CXP no meio não encerra o cabo; ele termina quando você clica numa CE, CTO ou outra caixa, ou em Concluir cabo. Sem duto ligando as duas CXPs, o trecho fica reto e o sistema avisa.

Dentro da câmara

Um duplo clique na caixa de passagem — ou o botão Abrir o interior da caixa, na ficha, ou Abrir a câmara, no botão direito — abre a câmara: é o desenho de quem levantou a tampa e está olhando para dentro.

O que aparece ali: a moldura da caixa; cada duto entrando pela parede na direção geográfica de verdade, para quem está com o mapa na cabeça se achar na hora; os cabos correndo por dentro; e as caixas que moram na CXP, cada uma com o seu símbolo.

o interior da caixa de passagem, com dutos, cabos e a CTO de dentro
A câmara de uma caixa de passagem, aberta. A moldura é a caixa vista de cima. Os três dutos entram pela parede na direção em que estão no mapa — um pela esquerda, um pela direita e um por baixo — cada um com o seu nome ao lado da boca. O ponto escuro no meio é a CTO que mora dentro do poço, e é nela que os três cabos terminam. Embaixo, Conexões dentro da câmara diz a mesma coisa em lista: cada cabo com ponta aqui e um atalho que abre o diagrama de fusões da caixa onde ele entra. No rodapé, + Criar caixa, + Criar cabo e Salvar.
ParaO gesto
Mover uma caixa de dentroarraste — a câmara guarda o arranjo
Criar uma dobra no caboduplo clique no traço
Mover a dobraarraste a alça
Apagar a dobrabotão direito na alça
Conectar o cabo numa caixaarraste a dobra até a caixa — ela acende em verde quando é ali que vai grudar — e solte; ele pergunta antes de conectar
Ver o resto das opções do cabobotão direito nele: conectar, abrir o diagrama de fusões de quem já conecta, ver a ficha no mapa ou excluir o cabo
Abrir o diagrama de fusões de uma caixaclique nela
Abrir o diagrama, ver a ficha ou excluir uma caixa de dentrobotão direito nela: Abrir diagrama de fusões, Ver ficha no mapa ou Excluir a caixa
Criar uma caixa dentro do poçobotão + Criar caixa no rodapé — escolha CTO ou CE e ela nasce na coordenada exata da CXP. O botão direito num lugar vazio da câmara faz o mesmo: Criar aqui dentro, com + CTO ou + CE
Criar cabo entre duas caixas da mesma CXPbotão + Criar cabo no rodapé, depois clique na primeira e na segunda caixa

Esse último existe porque no mapa seria impossível: as duas caixas estão no mesmo ponto do mundo, dentro do mesmo poço, e não há como desenhar uma linha entre elas na rua. O botão Salvar grava o arranjo e fecha.

Quando o cabo é cortado — e quando não é

A diferença não é de tela: é o que aconteceu com a fibra dentro do poço.

Na sangria, cada pedaço herda o nome do original com uma letra no fim — um cabo chamado Cabo 12 FO vira Cabo 12 FO-a e Cabo 12 FO-b. E as letras se acumulam: sangrar de novo o pedaço -a produz Cabo 12 FO-a-a e Cabo 12 FO-a-b. O nome vira o histórico dos cortes, e dá para saber de qual lance original um trecho veio sem abrir nada.

Por que a passagem simples não corta

Porque ali não foi aberto nada. Cortar o registro criaria dois nomes para um lance que o técnico vai encontrar inteiro — e um diagrama de fusões mostrando uma emenda que não existe no poço. Na sangria acontece o contrário: os dois trechos são o que está no chão, e manter um cabo só é que seria a mentira.

6Reserva de cabo

Reserva é a sobra de cabo que existe no campo e não aparece no traçado: a volta deixada dentro da caixa, o laço enrolado na cruzeta. É metro de fibra de verdade — custa, pesa no orçamento óptico, e some do cadastro se ninguém a registrar. O sistema a trata de duas formas.

1. A reserva que vem da caixa

Toda CE, CTO, FTTA e POP tem na ficha o campo Reserva de cabo nesta caixa (m). Caixa nova já nasce com o valor do tipo — de fábrica, 7,5 m.

Cada cabo que termina naquela caixa ganha esses metros. Em sangria, ganha o dobro: a sangria consome duas pontas dentro da caixa, e cada uma pede a sua sobra.

Caixa antiga fica sem reserva — de propósito

Caixa criada antes de a reserva existir fica sem reserva — nada é aplicado retroativamente. A ficha mostra quanto o tipo usaria numa caixa nova. Para adotar o padrão, preencha o campo Reserva de cabo nesta caixa (m) na ficha de cada caixa.

2. A reserva avulsa

É a sobra que não está em caixa nenhuma: enrolada na cruzeta, deixada no poste, um laço no meio do vão.

  1. Clique na ferramenta Reserva, na barra de desenho.
  2. Passe o cursor sobre o cabo e clique em cima dele — a marca cai no ponto do cabo mais próximo de onde você clicou, e não onde o dedo escorregou. Pode marcar várias, uma depois da outra.
  3. Clique em Concluir. Abre a janela Medir reservas, uma linha por marca: Tipo, Status, Metros de reserva (já vem com a metragem padrão do tipo, se ele tiver) e Onde está (opcional — por exemplo "enrolada na cruzeta"). O bloco de cima aplica Tipo e Status a todas de uma vez. Salve.

Ela vira um elemento próprio no mapa, com símbolo próprio. E é justamente por ser elemento que aceita foto, comentário e pendência, como qualquer caixa: o técnico fotografa a sobra no poste e a foto fica onde ela está — coisa que um número guardado dentro do cabo não permitiria.

Se o traçado mudar depois — editado, movido ou cortado —, a marca acompanha o cabo: ela se reencaixa sozinha sobre a linha nova, no ponto mais próximo de onde estava. A reserva pertence ao cabo, não à coordenada onde o clique caiu.

Onde a reserva aparece

Na ficha do cabo, a Extensão calculada deixa de ser o traçado e passa a ser o cabo real: traçado mais reservas. Um cabo de 341 m de traçado com uma reserva de 22 m passa a mostrar 363 m — e a ficha separa as parcelas logo abaixo (traçado, reserva nas caixas, reserva avulsa), para ninguém precisar adivinhar de onde veio a diferença.

Como a perda óptica é calculada sobre esse comprimento, a reserva entra na conta de potência. Em dB a diferença costuma ser pequena — 22 m num cabo de 0,2 dB/km é quase nada. Mas é cabo que existe, e um orçamento óptico que ignora a sobra está medindo uma rede diferente da que está no poste.

7A área do projeto

Todo projeto tem uma área: o retângulo (ou polígono) que delimita a região dele no mundo. Ela não é enfeite — é o que decide o que o sistema carrega quando você abre o projeto.

edição da área do projeto
Editando a área. Os pontos do contorno podem ser arrastados um a um, e a barra inferior conta em tempo real — aqui 4 vértices · 397 km². Com Shift pressionado, o arrasto move a área inteira sem deformá-la; Quadrado padrão devolve o quadrado de 20 × 20 km em volta da localização-base. Repare como a rede, a manchinha no meio, cabe folgada dentro do contorno: sobra é bom, excesso não — quanto maior a área, mais o projeto carrega ao abrir.

Para que ela serve

Como editar

  1. Com o projeto aberto, clique em Editar área no painel esquerdo.
  2. Arraste os vértices para ajustar; segure Shift e arraste para mover a área inteira sem mudar o tamanho.
  3. Clique no ponto do meio de um lado para criar um vértice ali; Alt+clique num vértice tira esse ponto (o contorno nunca fica com menos de três).
  4. Quadrado padrão devolve o quadrado de 20 × 20 km em volta da localização-base.
  5. Salvar área grava; Cancelar desfaz tudo.

Se a área nova deixa de fora caixas, cabos ou áreas marcadas do projeto, o Salvar área pergunta antes, com a conta: eles deixam de aparecer no mapa, mas nada é apagado — aumentar a área de novo os traz de volta.

Os postes são da empresa, não do projeto

Essa é a diferença que mais confunde no começo. Uma caixa ou um cabo pertencem ao projeto onde foram desenhados. O poste, não: ele é da empresa. Quem mapeou os postes de uma cidade uma vez enxerga os mesmos postes em todo projeto que passar por ali — sem recadastrar, sem duplicar.

Por isso o número ao lado da camada Postes é o total da área, não o do projeto — e é por isso que ele não muda quando você desenha uma caixa nova.

Boa prática: um projeto só para os postes

Como o poste é da empresa e não do projeto, vale manter um projeto dedicado só ao levantamento de postes de uma região inteira — cidade, vale, corredor de rodovia. Ele fica com a área grande, recebe a importação dos postes e não é mexido no dia a dia.

Os projetos de trabalho — o bairro, a expansão, o loteamento — ficam com áreas menores em cima daquela mesma região, e enxergam os postes já mapeados sem recadastrar nada. Assim o levantamento pesado acontece uma vez, num lugar só, e os projetos do dia a dia abrem leves.

O status de projeto do poste

Além do status de sempre, o poste tem o Status de projeto, para acompanhar o licenciamento com a distribuidora: Sem projeto, Projeto em Análise, Projeto Aprovado, Projeto Reprovado, Ocupação Indisponível e Licenciado. Ele se escolhe na ficha do poste, aparece como contorno colorido no mapa e se filtra em Status de projeto, nas camadas. Mudar o de muitos postes de uma vez é pela alteração em massa do relatório em área.

A Rede Elétrica Nacional

Na empresa que tem a base liberada, abaixo das camadas fica a Rede Elétrica Nacional: os postes, as torres e os fios da distribuidora, da base pública da ANEEL. Ela nasce desligada. Marcada, a seta ao lado abre os filtros: Postes, Torres de transmissão, Alta tensão, Média tensão, Baixa tensão e Rede subterrânea. Clique num poste para ver a ficha dele. É só referência: nada dela é do projeto até alguém copiar.

Para trazer um poste, clique nele com o botão direito e use Adicionar ao mapa. Para trazer todos de uma região, abra o relatório em área com a camada ligada e use Adicionar ao mapa no resumo da rede elétrica: o sistema conta os postes, mostra quantos vão entrar e só começa depois do Entendi. A cópia roda no servidor, mesmo com o projeto ou o navegador fechados, e um indicador mostra o andamento, com cancelar e retomar. Poste já copiado não entra duas vezes. Só quem edita copia.

O mapa com a Rede Elétrica Nacional ligada, postes e fios da distribuidora e os filtros abertos, e, sobre o relatório em área, a janela de adicionar os postes ao mapa com a contagem e o Entendi.
A Rede Elétrica Nacional. Os postes e os fios da distribuidora por baixo da rede do projeto. Na cópia em lote, a janela mostra quantos postes vão entrar e só libera o botão depois do Entendi.

8Importar e exportar

Trazer o que a empresa já tem

Os arquivos KML e KMZ que a empresa já usa entram pelo botão Importar, com revisão item a item antes de gravar: você vê o que vai virar caixa, o que vai virar cabo e o que vai ser ignorado.

Diga primeiro o que o arquivo traz

Antes de escolher o arquivo, o sistema pergunta: CTOs, CEs, FTTAs, POPs, postes ou cabos? Quem já separa o KMZ por tipo — uma pasta de CTOs, outra de CEs — ganha o trabalho todo de graça: as linhas do arquivo são descartadas e cada ponto já entra marcado com o tipo escolhido.

Isso é padrão, não trava. Um arquivo "de CTOs" quase sempre traz uma CE ou um poste no meio, e é para isso que continuam existindo a regra de cor, a troca item a item e a alteração em massa — todas valem por cima. O resumo avisa quantos itens ficaram de fora por não serem do tipo escolhido.

Se o arquivo é misturado e você prefere decidir olhando, o cartão Arquivo misto traz tudo, como sempre foi.

A reserva de cabo também entra. Ponto com nome começando por "Reserva", ou da pasta "Reservas" de um KMZ tirado daqui, vira reserva avulsa no cabo mais perto, a até 30 m, seja ele do arquivo ou do projeto. A metragem sai do nome ou da descrição ("Reserva 25m"); sem ela, vale a do tipo. Reserva sem cabo perto fica de fora, e o aviso do fim conta quantas. Caixa de passagem e duto de um KMZ tirado daqui vêm desmarcados na revisão, porque a importação ainda não cria esses tipos.

Nome repetido é barrado

O que tem nome livre entra e é salvo na hora. O item com nome que já existe no projeto, ou que repete o nome de outro item do mesmo arquivo, não entra: volta na tela Nomes repetidos — renomeie para importar, com o nome em conflito ao lado de cada um. Troque o nome e clique em Importar selecionados. Em nome de caixa (CTO, CE, FTTA), maiúscula, minúscula e espaço repetido não contam: "cto 1" e "CTO 1" são o mesmo nome. Nada é renomeado sem você pedir.

Para achar os repetidos antes de importar, use o botão que fica entre o título e a tabela de cada grupo da revisão: Identificar cabos repetidos, em Linhas / cabos (aba Cabos), e Identificar pontos repetidos, em Pontos (aba Caixas). Ele marca em vermelho o que ficaria de fora e não troca nome nenhum. Havendo repetido, aparece ao lado Aplicar numeração automática: cada repetido ganha um número entre parênteses, pulando os que já estão em uso, e "CTO 5" vira "CTO 5 (1)". Cada grupo só mexe nos seus. Na tela Nomes repetidos, o botão de numerar já vem à vista em cada lista.

Levar para fora

A rede sai em KMZ (abre no Google Earth), em DXF (o desenho da rede em metros, projetado em UTM, que abre em qualquer leitor de DXF) ou em PDF (o caderno para levar a campo, mais abaixo). A porta de saída é o relatório em área (seção 4): desenhe a região, ou segure Shift ou Ctrl e arraste um retângulo no mapa, e use Exportar PDF, Exportar DXF ou Exportar KMZ, no rodapé do relatório. O relatório de uma pasta tem os mesmos botões.

No KMZ e no DXF, a tela de exportação deixa escolher o que vai no arquivo: caixas e equipamentos, postes do projeto, cabos e dutos, clientes, pendências e, com a camada ligada, a rede elétrica. No DXF, cada tipo de cabo vira uma camada com a cor do catálogo e cada ponto leva a sigla do tipo no rótulo — menos o poste, que sai só com o símbolo: em área cheia o código de cada um vira mancha, e o nome dele está no KMZ.

a tela de exportação da área: nome do arquivo e a lista do que vai dentro, com as camadas marcadas
Você escolhe o que sai. O KMZ e o DXF pedem o nome do arquivo e o que vai dentro: caixas e equipamentos, postes, cabos e dutos, clientes, pendências e, com a camada ligada, a rede elétrica. O DXF pergunta também o desenho, e o PDF tem a janela dele.

O DXF pergunta antes o Desenho. No mapa é a planta com cada caixa e cada cabo no lugar real; marque Diagramas das caixas para cada caixa com cabo levar o diagrama de emendas numa moldura. Diagrama unifilar é a rede sem mapa: cada cabo do POP vai para a direita, e o que deriva desce logo abaixo da caixa de onde sai.

A janela aberta por Exportar DXF, com o Desenho em No mapa, a caixa Diagramas das caixas à vista e as camadas marcadas.
O que só o DXF pergunta. O desenho, no mapa ou unifilar, e se cada caixa leva o diagrama de emendas junto.

O PDF da área

Exportar PDF, no rodapé do relatório em área ou de uma pasta, monta o caderno da rede para levar a campo. Na janela, escolha o Tipo de PDF:

No Completo dá para tirar a Tabela de emendas fibra a fibra e pedir Uma folha por CTO (desmarcada, cada CTO é uma linha na tabela da CE que a atende). Nome do cliente nas portas nasce desmarcada; sem ela, a porta diz só "cliente" ou "livre". Começar em escolhe a caixa de onde o PDF parte, no lugar da área inteira. A janela mostra quantas folhas vão sair, e o teto é de 1.500. Gerar PDF baixa o arquivo.

A janela Exportar a área em PDF sobre o relatório, com o Tipo de PDF em Completo, as três opções, Começar em e a estimativa de folhas.
O caderno da área. Completo para o projeto, Simples para o técnico na caixa. A estimativa embaixo diz quantas folhas vão sair antes de gerar.

Quanto vai custar

No fim da prévia, o cartão Custo estimado multiplica o que existe na área pelo preço do catálogo (seção 4). Cada linha traz a quantidade, o valor unitário e o total; no alto e no pé do cartão, o total geral.

Preço em branco não vira zero. O item sem preço fica fora da soma, e o cartão diz quantos são e onde preenchê-los. Sem nenhum preço configurado, o total aparece como um travessão — o sistema não anuncia como conta fechada o que ninguém informou.

Dá para mudar o valor ali mesmo, para simular: o total acompanha na hora, e a mudança vale só para aquele relatório. O preço de verdade continua sendo o de Tipos e configurações.

Equipagem de postes

Ferragem não vem do catálogo: o padrão muda de obra para obra. O bloco Equipagem de postes, no alto do cartão, faz essa conta com o que você informa ali mesmo.

Contar postes varre os postes que ficam ao longo dos cabos da área, dentro dos Metros para cada lado do cabo que você escolher. Passagens entre ancoragens é quantas passagens existem, em média, entre duas ancoragens. Com esse número o sistema divide o total em duas linhas, Ancoragem completa e Passagem completa, cada uma com um campo para o seu custo. O valor é a ferragem inteira do poste: alça, plaqueta, BAP e o que mais o seu padrão usa. O primeiro e o último poste contam como ancoragem.

É estimativa de orçamento, e só: ela não olha curva, fim de rede nem nada que na obra peça uma ancoragem a mais.

A mesma tela oferece Carregar lista de materiais e orçamento: uma prévia com cabos, caixas, splitters, acopladores, DIOs, clientes, portas de atendimento e o custo estimado. No rodapé dela, Exportar em PDF gera a folha pronta para mandar ao cliente, e Exportar em CSV é para a planilha. O CSV pergunta o nome do arquivo e o que vai dentro: caixas, splitters, clientes e portas, portas por caixa, cabos, acopladores, o custo estimado e, com a camada ligada, a rede elétrica. O diagrama de cada caixa sai em PNG ou PDF (seção 9).

9A prancheta: o diagrama da caixa

Duplo clique em qualquer caixa abre a prancheta — o que o técnico vai encontrar quando abrir a tampa: os cabos chegando como cartões com as fibras coloridas, splitters, fusões e conectores. O mesmo vale pelo botão direito na caixa, em Abrir diagrama, e pelo botão Editar diagrama de fusões da ficha — os dois com o contorno verde.

A tecla F põe a prancheta em tela cheia e, apertada de novo, devolve a janela como estava — solta, no mesmo lugar, se ela estava solta.

No alto da janela, ao lado de Editar caixa, Histórico mostra quem mexeu na caixa, quando e o quê. No rodapé, Salvar grava e continua editando, e Salvar e fechar grava e fecha. Fechar ou abrir outra caixa com alteração não salva pergunta antes.

Como ler o desenho

O desenho segue a convenção que o setor já usa, para quem chega de outro sistema reconhecer sem manual:

Montar

Os símbolos

A fusão é a cápsula escura com a fibra atravessando reta e inteira por dentro — o protetor de emenda que vai na bandeja; o acoplador é o retângulo com a cor do polimento — verde é APC, azul é UPC, a mesma convenção do conector físico. Os dois são pequenos de propósito: entram no meio de uma ligação sem virar cartão e sem encostar um no outro quando várias fusões ficam empilhadas na mesma caixa.

O POP: OLT, DIO e switch

prancheta do POP com DIO, OLT e switch
O POP, lido da esquerda para a direita. Dois cabos chegam à esquerda — um de 12 FO e um de 24 FO — e cada fibra vai a uma porta do DIO: a coluna P1–P24 é o lado do cabo, a coluna S1–S24 é o lado do equipamento, e é dela que saem os cordões — em lilás — para a OLT. A OLT tem duas placas de 16 PON; o selo dBm ao lado do título de cada placa liga a leitura de potência, e os números verdes ao lado de cada porta são o sinal que chega ali. Embaixo ficam as portas de uplink/gerência, e de uma delas desce um cordão verde até o switch de 8 portas, cujo slot 1 traz um DAC de 10 Gb — os outros aparecem como "slot vazio".

O POP e o FTTA aceitam equipamento. A conta de potência parte da OLT: sem uma OLT alcançável, o sistema avisa em vez de mostrar um número inventado.

No grupo Equipamentos ficam: OLT, que recebe o GBIC por placa ou por porta, e ele entra na conta de potência; Ativos (switch, roteador, concentrador, servidor, firewall ou rádio), cada tipo com as suas portas de cobre ou ópticas; Amplificador, cuja saída é a potência configurada no tipo; DIO, que pode ser Por bandejas e aparece com as portas agrupadas ("Bandeja 1 · P1–P12"); Outro, para bateria, inversor ou gerador; e Elétrico, os equipamentos elétricos do catálogo (fonte, inversor, bateria, nobreak). A ligação elétrica é fio, com cor e bitola — o botão direito no fio abre Cor e bitola do fio… — e não entra na conta óptica.

O POP em dois diagramas: V1 Clássico e V2 Rack

Quem edita, ao abrir um POP vazio, vê a pergunta Em qual diagrama você quer começar este POP? V1 Clássico é a prancheta de cartões e fios desta seção. V2 Rack desenha os equipamentos como painéis de rack, com os U numerados e os cordões entre eles. Os dois mostram os mesmos equipamentos e as mesmas ligações, e cada um guarda a sua arrumação. A troca fica no grupo Vista da barra; o alfinete ao lado fixa o diagrama em que o POP abre, no computador e no app.

No V1 vale a mesma regra do DIO: a fibra do cabo entra pela traseira (as portas P), e na frente (as portas S) vão os cordões.

O mesmo POP no V2 Rack: o DIO, a OLT e o switch desenhados como painéis, os cordões na frente e o mouse sobre um cordão, aceso de uma ponta à outra.
O POP como rack. Os mesmos equipamentos e ligações do V1, desenhados como painéis; este POP ainda não tem rack, e cada equipamento fica solto na folha. Com o mouse numa porta ou num cordão, o cordão inteiro acende até o outro lado.

A CE: emendas

prancheta da CE 1, cheia de fusões
Uma CE de campo, e a sangria. O cabo de 12 FO que vem do POP entra à esquerda. A fibra 1, em verde, atravessa a caixa sem parar e segue reta para o cabo de baixo, à direita. A fibra 2, em amarelo, sobe até o IN do Splitter 1:8 RF; a entrada fica no vértice do triângulo e as oito saídas na base, e as saídas vão para as fibras do cabo de distribuição do meio. A fibra 3, em branco, passa por cima de tudo e segue para o cabo do alto. É essa leitura que o técnico faz antes de abrir a tampa: o que está de passagem, e o que para aqui.

A CTO: atendimento

prancheta de uma CTO com splitter e saídas
Uma CTO de atendimento. O cabo de 12 FO entra à esquerda. A fibra 2, em amarelo, alimenta o Splitter 1:8 AC, e cada saída dele vai para o cabo de um cliente, com o nome à direita: sete portas ocupadas e a oitava livre. As fibras 4 a 7 seguem adiante, para os três cabos de 6 FO de baixo. O rótulo abaixo do triângulo diz as três coisas que importam: o modelo, a perda (10,5 dB) e o papel. Atendimento é quem entrega ao cliente; distribuição leva o sinal adiante, para outra caixa. Os números verdes em cada porta são o sinal previsto ali.

O FTTA: prédio

prancheta do FTTA com um splitter por andar
Um prédio, um splitter por andar. O cabo chega à esquerda e passa por um 1:2 RF de distribuição: uma saída sobe em azul para o splitter de cima, a outra segue em laranja para o do térreo. Cada um é um 1:8 AC de atendimento, dentro de um grupo — a moldura tracejada com o nome, CX - TERCEIRO ANDAR FTT1 em cima e CX - TERREO FTT1 embaixo —, que é como o prédio se organiza na prancheta: arrastar o grupo leva junto tudo o que está dentro. À direita, o cabo de cada cliente, com o nome. Os números verdes em cada porta são o sinal previsto. Cabo de cliente ainda não implantado aparece com o tracejado âmbar, e a prancheta diz isso sem abrir a ficha.

No FTTA, switch, OLT e amplificador podem atender cliente. Ao pôr um deles, o sistema pergunta Este equipamento atende cliente? Com Atende cliente e um Nome da caixa, as portas dele viram portas de cliente, como as de uma caixa: aparecem no drop e no vendas e vão para o sistema comercial. O padrão é Não atende. Para mudar depois, selecione o equipamento e use Atende cliente, na faixa da seleção.

Os instrumentos: Potência, OTDR, VFL e Percurso

No grupo Rede da barra ficam quatro instrumentos virtuais: as mesmas conferências que se fazem com equipamento na mão, sem sair da cadeira.

Perda medida. A conta de potência usa a perda do catálogo, mas aceita a que o OTDR mostrou. Na ficha do cabo, preencha Perda medida deste lance (dB/km em 1550 nm); vazio, vale a do tipo de cabo. Mediu em outra janela, como 1310 nm? O converta aqui, logo abaixo, faz a conta para 1550. Na prancheta, clique numa fusão e digite a Perda (dB) dela; ↺ Padrão volta ao valor do catálogo.

o marcador do OTDR plantado no mapa: a distância medida virou um ponto exato sobre o traçado do cabo
Os metros do aparelho viram um ponto no mapa. OTDR de 300 m na fibra 2, a partir do POP: o sistema anda pelo traçado real, atravessando as emendas de caixa em caixa quando a medida passa delas, e planta o marcador onde ela termina — aqui, ainda no cabo que sai do POP. É ali que a equipe vai olhar.
a luz do VFL acesa no mapa: o caminho da fibra em vermelho saindo do POP e atravessando as caixas
A caneta de luz vista do mapa. VFL ligado na fibra 1 do POP: o caminho inteiro acende em vermelho, com os tracinhos caminhando no sentido real da luz, caixa após caixa.
Uma CTO com uma saída do splitter de atendimento selecionada e o painel do Percurso aberto, com os metros até a OLT e até o primeiro splitter e o caminho caixa a caixa.
De onde vem e para onde vai. O Percurso de uma saída de splitter: o caminho no sentido da luz, caixa a caixa, com os metros até a OLT e até o primeiro splitter.
Bom saber

OTDR e VFL armados mudam o cursor e destacam o próprio botão; clicar em qualquer coisa que não seja uma ponta de cabo — ou apertar Esc — desarma na hora.

O splitter de duas entradas (2:N)

Para rede com redundância, o catálogo traz os Splitters 2:8 e 2:16 (AC e RF): a primeira entrada recebe a rota principal e a segunda, a rota de proteção — outra OLT, ou outro caminho até a mesma. No desenho o símbolo vira um trapézio com IN 1 e IN 2, e cada porta aceita a sua fibra normalmente.

Com as duas entradas alimentadas, o selo de potência de cada saída mostra os dois sinais, na ordem das entradas — nunca somados, porque proteção não soma: é o caminho que assume se o principal cair. O mouse sobre o selo diz de qual OLT, placa e porta cada um veio. O VFL respeita a física: luz numa entrada acende as saídas (nunca a entrada irmã); luz numa saída volta pelas duas entradas, mostrando os dois caminhos até as fontes.

Nos seus próprios tipos, o campo Entradas do catálogo aceita 1 ou 2 — só no balanceado; desbalanceado tem sempre uma.

O diagrama do cabo

No mapa, o botão direito no cabo abre Diagrama do cabo; o mesmo botão está na ficha do cabo. Ali o cabo aparece esticado em linha reta, com as caixas na ordem em que ele passa e o selo de potência de cada fibra em cada caixa. Passe o mouse no selo para ver de onde o sinal vem. No alto, Ir para leva o mapa até cada ponta, e Ver percurso troca a linha pela lista das fibras, com o caminho de cada uma. No aplicativo do técnico, segurar o dedo no cabo abre a mesma vista.

O Diagrama do cabo aberto pelo botão direito num cabo de backbone: as caixas em ordem, os selos de potência por fibra com o balão da origem aberto, e Ir para e Ver percurso no alto.
O cabo em linha reta. As caixas na ordem em que o cabo passa, com o sinal de cada fibra em cada uma. O balão do selo diz de onde o sinal veio.

Conferir e levar a campo

Cabo com fusão não sai da caixa

Se você tentar desconectar da caixa a ponta de um cabo que ainda tem fusões dependendo dela, o sistema recusa e diz quantas são. Desfaça as fusões primeiro. Antes disso, a ponta saía e as fusões ficavam apontando para o vazio — o desenho continuava bonito e a informação já estava errada.

10Clientes

O cliente é a casa do assinante no mapa. Ele não é caixa nem cabo: fica numa lista à parte, com nome, PPPoE e código no ERP — e é por ele que a rede desenhada passa a responder "quem está ligado nesta porta".

Marcar a casa

  1. Clique na ferramenta Cliente, na barra de desenho.
  2. Clique no telhado da casa. Abre uma ficha curta: Nome (obrigatório), PPPoE e Código no ERP (os dois opcionais). Com a integração ligada, é pelo PPPoE e pelo código que o sistema reconhece o cliente no sistema comercial.
  3. Salve. A ferramenta se desarma sozinha, e a camada Clientes acende para você ver o que acabou de fazer.

A cor da casa diz o estado: azul enquanto não tem drop, verde quando tem, cinza se a assinatura foi cancelada. Com a integração com o sistema comercial, ela fica vermelha quando o cliente está sem conexão e vermelho-escuro quando ele está fora há mais de um dia. A casa aparece a partir do zoom 15 — de mais longe, o mapa é da rede, não das casas.

Passe o mouse perto de uma casa, sem clicar: aparecem o nome, o PPPoE, a caixa e a porta. Com a integração, aparece também a conexão: Online, Offline, Offline há mais de 1 dia ou Sem leitura recente.

O drop, e a porta

O drop é o cabo que sai da caixa e chega na casa. Ele é desenhado como qualquer cabo, mas partindo da ficha do cliente — assim o sistema sabe de quem ele é.

  1. Clique na casa para abrir a ficha e depois em Adicionar drop. A ferramenta de cabo arma sozinha, já com o tipo Cabo Cliente e o nome do assinante.
  2. Clique o caminho até a caixa que vai atendê-lo e termine clicando na caixa.
  3. Na janela do cabo aparece Porta de atendimento: a lista das portas de cliente daquela caixa — as saídas dos splitters de atendimento e, no FTTA, as portas do equipamento que atende cliente. As ocupadas aparecem com o nome de quem as usa e não podem ser escolhidas. Isso vale também para a porta do cliente que veio do sistema comercial sem drop.
  4. Escolha uma porta livre e clique em Criar cabo.
A janela do cabo no fim de um drop, com o tipo Cabo Cliente, o nome do assinante e a lista Porta de atendimento aberta, portas livres e ocupadas com o nome.
A porta no fim do drop. A lista mostra as portas de cliente da caixa. As ocupadas trazem o nome de quem está nelas e não podem ser escolhidas.

Pronto: o drop nasce conectado à caixa e emendado na porta, com o cartão dele já posicionado ao lado do splitter no diagrama. Você não precisa abrir a prancheta para arrastar fibra.

O drop fica na camada Cabo do cliente, logo abaixo de Clientes, e ela nasce desmarcada: é um cabo por assinatura, e ligado de saída ele esconde a rede. Marque a camada para ver os drops no mapa.

Cada splitter numera as próprias portas

Numa caixa com um splitter só, as portas são 1 a 8 (ou 1 a 16). Com mais de um splitter de atendimento, cada um conta a partir de 1 e o rótulo diz de qual se trata — "Splitter 1:4 AC · porta 2". A numeração é por splitter, não corrida na caixa — é como o ERP a enxerga, e assim acrescentar um splitter não renumera quem já estava lá.

O sinal teórico

Com o drop ligado numa porta, a ficha do cliente ganha o botão Ver sinal teórico. Ele mostra um número: quanto chega na casa, em dBm. Verde passa, vermelho está abaixo do limite. Cada conta fica guardada no cadastro — é dela que o dashboard tira a média e as faixas de sinal da empresa; rede que mudou depois só atualiza recalculando aqui ou no relatório em área.

Dois sinais, e eles não são a mesma coisa. O teórico é a conta do projeto, feita com a rede que você desenhou. Quando a empresa tem integração com o sistema comercial, ao lado dele aparece o sinal medido na ONU: o que o equipamento do cliente está recebendo de verdade, com o nome do sistema de onde veio, a situação (sinal ok, no limite, sinal baixo ou saturado) e a data da leitura. Compare os dois: diferença grande costuma ser emenda ruim ou conector sujo.

A ficha de um cliente com drop ligado: o texto do vínculo com a caixa e a porta, Ver sinal teórico e Ver percurso, o Teórico calculado e o rodapé com Cancelar assinatura, Excluir, Fechar e Salvar.
A ficha do cliente. Em cima, a caixa e a porta onde o drop chega. Embaixo, o sinal teórico e, com a integração, o medido na ONU ao lado.

Fora de faixa é tanto o sinal fraco demais quanto o forte demais: ONU perto demais da OLT satura o receptor, e isso também é defeito. A ficha mostra só a leitura da última varredura do sistema comercial. Se a ONU não respondeu nela, o bloco diz Sem sinal na última varredura, com o último número e a data embaixo, para ninguém ler o dBm de ontem como se fosse de hoje.

A potência não pinta a casa: sinal fraco ou forte demais não muda a cor no mapa. O que pinta é a assinatura e, com a integração, a conexão: azul sem drop, verde ligada, vermelha sem conexão, cinza cancelada. A potência é número de ficha e de dashboard, onde cabe a data da leitura ao lado.

A conta completa — potência na saída do splitter, quanto o drop tira no trajeto, qual é o limite — aparece ao parar o cursor sobre o número. É o mesmo cálculo dos selos de potência da prancheta, então os dois nunca discordam.

Se o número não sair, a mensagem diz onde está o buraco: drop sem caixa, fibra ainda não emendada, ou splitter sem entrada ligada.

Cancelar, reativar, excluir

Para mover uma casa que ficou no lugar errado, clique nela com o botão direito e escolha Mover; o próximo clique no mapa é o novo lugar.

Clientes que vêm do sistema comercial

Com a integração ligada, os clientes chegam sozinhos: a casa no ponto que o sistema comercial tem, e o drop até a porta que ele aponta. Se o dado de lá estiver incompleto, o cliente não some, e a ficha diz o que falta:

Nos três casos a correção é no sistema comercial: na sincronia seguinte, a casa anda e o drop nasce sozinho. Para trazer na hora o que mudou, sem recarregar a página, use o ↻ do cartão do projeto aberto.

Só com o SGP

11Fotos e comentários

Nem tudo que se registra numa caixa é problema. Uma foto da tampa aberta, o número de série do splitter, o estado do poste: isso é documentação, não chamado. Por isso cada elemento do mapa guarda fotos e comentários direto, sem abrir pendência.

Todo elemento do mapa — caixa, cabo, poste, reserva, caixa de passagem — guarda até 12 fotos. O botão Fotos e comentários fica na ficha do elemento, no mapa, e na barra da prancheta, no grupo Registro, junto de QR Code, PNG e PDF. Quando o elemento já tem fotos ou comentários, o botão mostra o total entre parênteses.

tela de fotos e comentários da caixa
Fotos e comentários, na mesma tela. O contador "0 de 12 fotos" mostra quanto ainda cabe, e a conversa sobre a caixa fica logo abaixo das imagens — antes eram duas telas para o mesmo assunto.

No celular

O técnico anexa a foto do próprio aparelho, na hora, com a caixa aberta à frente:

  1. Toque no elemento no mapa para abrir a ficha.
  2. Toque em Fotos e comentários.
  3. Toque em Tirar foto ou em Da galeria.
  4. Com sinal, a foto sobe na hora e aparece para quem está no escritório. Sem sinal, ela fica guardada no aparelho com a marca aguardando envio e sobe sozinha quando a rede volta. O comentário funciona do mesmo jeito (seção 18).
app do técnico, escolha entre câmera e galeria
No aplicativo, com a caixa aberta à frente. Tirar foto e Da galeria lado a lado, e os comentários da mesma caixa logo abaixo — a foto e o que se diz sobre ela não moram em telas diferentes. A foto tirada pela câmera sai carimbada com empresa, técnico, data e coordenadas.
Quem pode

Anexar foto e comentar é permitido a todo mundo, inclusive a quem só tem visualização. Editar a rede continua sendo exclusivo de quem tem permissão de edição.

12Pendências

Pendência é o "achei isso errado": uma anotação com título, descrição e até 6 fotos, apontando um elemento (caixa, cabo, poste) ou um ponto do mapa. O técnico cria pelo aplicativo. O escritório também cria pelo sistema e pode mandar o serviço para um técnico.

o formulário de nova pendência no celular
Abrindo uma pendência em campo. Título, descrição e até 6 fotos. O elemento já vem preenchido — "CTO 1" no alto — porque a pendência nasceu de dentro da ficha dele: ninguém precisa descrever onde estava.

Abrir pelo computador

No computador, a pendência nasce de três jeitos: no painel Pendências, o botão Nova pendência no mapa (o próximo clique no mapa marca o lugar); no botão direito do mapa, ⚠ Criar pendência aqui; e na ficha do elemento, Abrir pendência deste elemento. O formulário pede título, descrição e até 6 fotos.

A ficha da pendência tem Ir até o local e a Conversa, que qualquer pessoa responde, até depois de resolvida. Enquanto ela está aberta, dá para anexar mais fotos, até 6 no total. Excluir é só do administrador e leva as fotos junto.

Mandar o serviço para um técnico

  1. Abra a pendência, pela lista do painel ou pelo pino no mapa.
  2. Em Direcionar para, escolha o técnico. Só aparece quem tem o aplicativo do técnico e enxerga aquele projeto.
  3. No aplicativo, o técnico acha o serviço em Minhas pendências, na tela de projetos, na pilha Para mim. As que ele mesmo abriu ficam em Que eu abri.
  4. Feito o serviço, ele toca em Marcar como feita. O escritório confere e clica em Marcar resolvida, ou em Devolver ao técnico.

Ao abrir uma pendência pelo sistema, o formulário já traz Direcionar para (opcional); deixe em "ninguém" para só registrar o problema. Direcionar é de quem edita ou administra.

A ficha de uma pendência no computador marcada como feita pelo técnico, com Direcionar para, Ir até o local, Marcar resolvida, Devolver ao técnico, as fotos e a Conversa.
A conferência no escritório. O técnico disse que terminou; quem edita confere as fotos e a conversa e encerra com Marcar resolvida, ou devolve.
O aplicativo em Minhas pendências, com um cartão em Que eu abri, feita e aguardando conferência.
Minhas pendências, no celular. Aqui, uma pendência que o técnico mesmo abriu, em Que eu abri, já marcada como feita: ela continua na lista até o escritório conferir. O que mandam para ele aparece acima, em Para mim, com o botão Marcar como feita.

Pendência ou foto? Se alguém precisa agir, é pendência. Se é só registro do que existe, é foto no elemento (seção 11).

13Quando a internet cai

O sistema grava primeiro no seu navegador e depois sobe ao servidor. O indicador no alto diz o estado real: Salvo (com o tempo de resposta, como "Salvo · 45 ms"), Salvando…, N para salvar ou Sem conexão. A cor diz como está a rede: verde é conexão boa, amarelo é lenta e vermelho é ruim. Clique nele para abrir o Estado da conexão, com o tempo de cada resposta, as falhas recentes e quantas alterações esperam envio.

Uma oscilação curta de rede não atrapalha nada: o que você fez fica guardado e sobe sozinho quando a conexão volta.

A edição pausa quando o servidor some

Se a conexão não voltar, o sistema pausa a edição — cerca de 5 segundos depois da queda. Um aviso fixo aparece no alto da tela e as ferramentas ficam visivelmente apagadas.

Isso é proposital. Quanto mais tempo se edita sem servidor, maior a diferença entre o que está na tela e o que está no banco — e foi dessa distância que nasceram os incidentes de rede reenviada em massa. O que você já fez não se perde: fica na fila e sobe quando a conexão voltar. O que a pausa impede é continuar cavando o buraco.

Quando a conexão volta, a pausa sai sozinha e o trabalho continua de onde parou. Não é preciso recarregar a página.

Rede boa e nada sobe? Às vezes o problema não é a conexão: o servidor recusou uma alteração, como um nome que já existe no projeto. O indicador continua mostrando o que falta salvar, e a janela Estado da conexão diz o motivo. Para nome repetido, ela traz o botão Ir até “nome” e renomear: o mapa vai até o elemento e deixa o nome pronto para trocar. Enquanto isso não for resolvido, o trabalho seguinte fica na fila, atrás dele.

Saiu uma versão nova

Quando o FTTx Maps é atualizado com a página aberta, aparece no alto o aviso Saiu uma versão nova do FTTx Maps. Daí em diante aquela aba não salva mais. O que você já salvou está guardado: clique em Atualizar agora e continue.

A trava do lado do servidor

Existe ainda uma proteção que não depende do navegador: se um pedido chega tentando recriar centenas de elementos que o servidor sabe que já existem, ele recusa o pedido inteiro e não grava nada. Você nunca deveria ver isso acontecer — é uma rede de segurança, não uma etapa do trabalho.

14Usuários e permissões

No quadro da conta, o botão Config. da empresa abre as configurações. A equipe fica na aba Usuários e permissões, ao lado de A empresa e Logs. Quem não é administrador vê no lugar o botão Minha conta, onde troca a própria senha e o e-mail.

tela de usuários
Um cartão por usuário: o login e o acesso à esquerda, o Cargo e o Acesso no meio, e à direita as portas de Onde entra, marcadas uma a uma, com as marcas que dependem delas. Embaixo, "Escolher os projetos que este usuário vê", com as Pastas visíveis de cada projeto marcado, a Senha, a Ficha e as ações de desativar e excluir. No alto, a busca por nome ou login.
  1. Adicionar usuário: login (pode ser o e-mail) e senha (mínimo 8), Cargo (Administrador, Projetista, Técnico… — o botão Cargos cria os da empresa) e o Acesso: Administrador, Pode editar ou Só visualizar. Ao clicar em Criar usuário, o sistema pede a sua senha para confirmar. Dar acesso de Administrador a alguém também pede.
  2. Onde entra: as portas independentes, Web, Mobile e Vendas, e Monitoramento quando a empresa tem o monitoramento ligado (o administrador sempre entra nele). Desmarcar uma porta derruba na hora a sessão daquela porta. Com Vendas marcado aparece Vê caixas não implantadas / planejadas: quem tem essa marca vê na consulta de viabilidade as caixas planejadas, em azul. Para quem é Só visualizar aparece também Vê os dados dos clientes. Ela nasce marcada; desmarcada, a pessoa vê o ponto do cliente no mapa, no app e no monitoramento, mas sem nome, PPPoE nem código.
  3. Escolher os projetos que este usuário vê: vale para quem é Só visualizar (quem edita vê todos). Desligada, a pessoa vê todos os projetos, inclusive os que forem criados depois. Ligada, a lista começa toda desmarcada: marque os projetos (ou use Marcar todos) e clique em Salvar projetos. Com ela ligada vale só o que está marcado: projeto criado depois não entra sozinho, e sem nenhum marcado a pessoa não vê projeto nenhum.
  4. Pastas visíveis: embaixo de cada projeto marcado ficam as pastas dele. Desmarque a pasta que a pessoa não deve ver: ela e as subpastas somem para ela no mapa, no aplicativo e na consulta de viabilidade. Numa caixa que ela vê, o cabo que mora numa pasta escondida aparece no diagrama como "Cabo em pasta oculta".
  5. Senha define a nova senha de outra pessoa e encerra as sessões abertas dela. Para confirmar, o sistema pede a sua senha, não a nova. A sua própria você troca no seu cartão, informando a atual. Quem não é administrador troca em Minha conta.
  6. Ficha guarda nome, e-mail, telefone e uma observação. Preencha o nome: é ele que sai no carimbo das fotos do técnico.
  7. Desativar corta o acesso na hora (reversível). Depois de desativado, Excluir apaga em definitivo — o histórico do que a pessoa fez permanece registrado.

A aba A empresa

A aba A empresa mostra a ficha da conta: Identificação (o nome, o endereço de acesso com o botão de copiar, o CNPJ ou CPF e desde quando está no ar), Plano e uso (o plano, o limite de caixas e quantas já foram usadas; contam CTOs, CEs e FTTAs, e passar do limite não bloqueia nada), Integrações (o sistema comercial ligado e a última sincronia), Logo da empresa e Contato, o responsável que recebe os avisos de plano e de fim do teste.

Na mesma barra das abas fica a chave Marcador de FPS, que liga e desliga o selo de fps do canto do mapa. A escolha fica na sua conta.

15Vendas: consulta de viabilidade

Quem atende o cliente no telefone não precisa abrir o sistema inteiro nem entender de rede. O FTTx Viabilidade fica em suaempresa.fttxmaps.com/vendas e responde a pergunta do vendedor: conseguimos atender neste endereço? Fechada a venda, o cliente é cadastrado ali mesmo, com o drop e a porta. No sistema, o atalho Módulo de vendas e viabilidade ↗, na tela de projetos, abre a consulta em outra aba.

É uma porta de entrada separada. O vendedor entra com o próprio usuário, e o administrador marca só Vendas em "Onde entra" — assim ele não alcança o desenho da rede.

Na entrada, Permanecer conectado neste computador deixa a sessão aberta por até seis meses, desde que a tela seja usada ao menos uma vez a cada sete dias. Sem marcar, a sessão cai depois de 30 minutos parada. Em computador de loja, que fica aberto para qualquer um, deixe desmarcado.

a tela de consulta de viabilidade
Uma consulta respondida. O verde é a área que a rede alcança: o raio de atendimento de cada caixa implantada, somado. O alfinete é o endereço do cliente, dentro dela. Na barra do alto, o endereço buscado e a resposta, com a caixa, a distância e as portas livres, como Atendemos — CTO 3 a 72 m · 1 porta livre. Ao lado, + Adicionar cliente e Editar cliente. Nada de camadas, ferramentas ou prancheta: quem atende no telefone não precisa disso.

Como se consulta

  1. No campo Endereço ou coordenada, digite o endereço (rua, número e cidade) ou cole a coordenada do cliente: -11.42038, -58.75872, em graus ou o link do Google Maps, como chega pelo WhatsApp. Enquanto você digita, o campo mostra como vai ler o texto: Endereço, Coordenada ou Coordenada incompleta.
  2. Clique em Buscar. No endereço, as sugestões aparecem enquanto você digita: escolha a certa.
  3. Ou clique com o botão direito no mapa, no ponto da casa, e escolha Verificar viabilidade aqui. É o caminho mais rápido quando o cliente descreve o lugar em vez de mandar a localização.

Se o Google achar a rua mas não o número, o mapa vai até a rua e pede o botão direito na casa. Número aproximado dá a resposta com o aviso "Endereço aproximado: confira se o pino está na casa certa." A busca por endereço usa o mapa do Google da empresa; sem ele, use a coordenada.

As respostas

VeredictoO que significaO que fazer
✓ Atendemos
caixa a N m · N portas livres
o endereço está no alcance de uma caixa implantada que tem porta livrepode vender
◑ Rede no local, mas sem porta livre
caixa a N m está cheia
a rede alcança, mas as caixas mais perto estão sem portaa venda depende de abrir porta: confirmar antes de prometer
◑ Na margem
N m — confirmar com técnico
está no limite — depende de sobra de cabo, da rota real e do que houver no posteconfirmar com um técnico antes de prometer
◑ Em projeto
caixa planejada a N m
fora do verde, mas na área de uma caixa que ainda não foi instalada. Só aparece para quem tem a marca "Vê caixas não implantadas / planejadas"a rede ainda vai chegar: confirmar o prazo antes de prometer
✕ Fora de cobertura
caixa mais próxima a N m
não há caixa ao alcance. O botão Ver no mapa liga o endereço à caixa mais próxima num tracejadoanotar o endereço: é matéria-prima para decidir a próxima expansão

Se a resposta trouxer "confira no app: há cliente do ERP fora do desenho", a conta das portas livres pode estar otimista: há cliente do ERP numa porta que o desenho não mostra.

A distância que aparece é em linha reta, não a metragem do cabo pela rua. Por isso existe a faixa "na margem": ela é o intervalo em que a linha reta engana. Em "Atendemos", a caixa citada é a mais perto com porta livre, que nem sempre é a mais perto de todas. Quando a mais perto está cheia, a resposta diz.

O que o mapa mostra

No mapa, o verde é o alcance das caixas implantadas ou certificadas; caixa planejada não entra, porque ainda não está no poste. Quem tem a marca Vê caixas não implantadas / planejadas (seção 14) vê também a área das planejadas, em azul tracejado. Depois de uma consulta, as caixas perto do endereço aparecem com o nome e as portas livres, ou "cheia".

O tamanho do verde sai de cada caixa. Na ficha da CTO, da CE ou do FTTA, o campo Range de atendimento (área verde de vendas) diz até quantos metros ela atende: de fábrica, 150 m na CTO e no FTTA, e Sem atendimento na CE, que não gera área verde. O padrão de cada tipo fica em Tipos e configurações, onde + Adicionar cria uma distância nova para a empresa toda, e a alteração em massa do relatório em área troca o range de muitas caixas de uma vez.

Cadastrar o cliente

Fechou a venda? O cliente entra no mapa pela própria tela, com o drop e a porta.

  1. Clique em + Adicionar cliente e depois no mapa, onde fica a casa. O sistema procura as caixas que alcançam o ponto; se nenhuma alcança, ele avisa e a ficha não abre.
  2. Na ficha que abre no ponto, preencha o Nome e, se tiver, o PPPoE e o Código no ERP. Clique em Seguir para o drop.
  3. Desenhe o drop: clique na casa, faça as curvas que precisar e termine clicando na caixa. O botão direito desfaz o último ponto.
  4. Escolha a Porta e a Situação do drop: Planejado (o técnico instala depois) ou Implantado (já está no poste). Clique em Cadastrar cliente.

O drop é sempre cabo de cliente, de 1 fibra, com o nome do cliente. Nome repetido não trava: o aviso aparece enquanto você digita, e o drop entra como "NOME (2)". No fim, Cadastrar outro começa o próximo.

O painel Novo cliente no passo da porta, com o drop desenhado da casa até a CTO, a Porta, a Situação do drop em Planejado e o botão Cadastrar cliente.
O cliente entra com o drop. A casa, o caminho do cabo até a caixa e a porta escolhida. Planejado fica para o técnico instalar.

Editar um cliente

  1. Clique em Editar cliente, digite o nome, o PPPoE ou o código no ERP e clique em Buscar.
  2. Escolha o cliente na lista. O mapa mostra a casa, o drop e a caixa.
  3. Editar cabo do cliente deixa redesenhar o caminho do drop: clique no meio de um trecho para criar dobra, e o botão direito remove. Clique em Salvar traçado. A casa e a caixa ficam onde estão.
  4. Status do drop grava na hora: Não implantado / planejado, Implantado ou Certificado.

Cliente sem drop, como o que veio do ERP, mostra as caixas próximas: escolha a caixa e a porta e clique em Criar drop. O cabo nasce reto, da casa até a caixa; as dobras se fazem depois, em Editar cabo do cliente.

Uma conta, um lugar por vez

A mesma conta não fica aberta em dois lugares ao mesmo tempo. Ao entrar num aparelho novo, a sessão do anterior é encerrada, e quem estava lá recebe o aviso de que a conta entrou em outro dispositivo. Conta compartilhada entre a equipe vira briga de sessão — o certo é um usuário por pessoa.

16Monitoramento

Na empresa que tem o monitoramento ligado, o sistema lê a conexão de cada cliente no sistema comercial (IXC ou SGP) e mostra quem está no ar e quem caiu. O botão Monitoramento, na tela de projetos, abre a tela própria numa aba nova. O administrador entra sempre; os outros precisam da marca Monitoramento em Usuários e permissões (seção 14). Quem enxerga só alguns projetos vê só os clientes deles. Na entrada, Permanecer conectado neste computador é para a tela que fica ligada na parede.

Na empresa em teste, a tela mostra clientes simulados do projeto demo, para ver como o monitoramento funciona. Ligada a integração com o sistema comercial, entram os clientes de verdade.

A tela de monitoramento com os números do alto, a lista de alarmes e o mapa com casas verdes, vermelhas e cinzas, e os filtros Todos, Online, Offline, Offline +1 dia e Sem leitura.
A rede inteira numa tela. Em cima, quantos clientes estão no ar e quantos caíram; depois, as caixas e as regiões em alarme e o mapa com a casa de cada cliente.

Dentro do sistema, com o projeto aberto, a seção Alarmes do painel esquerdo lista as caixas em alarme, e cada linha leva à caixa no mapa. A casa do cliente fica vermelha quando a conexão cai (seção 10).

17Distribuir o aplicativo

Na tela principal, o botão App do técnico abre a janela com tudo o que é preciso.

janela do app do técnico
A janela do App do técnico: os selos da Google Play e da App Store, o passo a passo numerado e, recolhido, o instalador para celular sem Play Store.

O aplicativo está na Google Play, para Android: play.google.com/store/apps/details?id=com.fttxmaps.tecnico. E na App Store, para iPhone e iPad: apps.apple.com/br/app/fttx-maps/id6824636311.

  1. Mande o link da loja aos técnicos (ou abra no aparelho de cada um) e toque em Instalar (ou Obter, no iPhone).
  2. Celular sem Play Store: abra Celular sem Play Store? Instale pelo APK na mesma janela, baixe o APK e envie por WhatsApp, e-mail ou como preferir. No celular, tocar no arquivo recebido já chama o instalador; fora da Play Store, o Android pede permissão uma única vez: no aviso, toque em Configurações, ative "Permitir desta fonte" e volte.
  3. Na primeira abertura, o app pede o endereço da empresa (o mesmo do navegador) e fica salvo no aparelho.
  4. Logo da empresa (uma vez, pelo administrador): em Config. da empresa → A empresa, no bloco Logo da empresa, clique em Enviar logo (PNG, JPEG ou WebP, até 5 MB). Ela sai no carimbo de todas as fotos que os técnicos tirarem.
Atualização

O aplicativo carrega as telas do servidor: quando o sistema recebe melhorias, elas chegam ao celular na próxima abertura com internet, sem reinstalar nada. Só uma mudança na parte nativa (ícone, GPS, câmera) pede atualizar o aplicativo: pela Google Play ou pela App Store, como qualquer app; quem instalou pelo APK instala um novo por cima.

18O aplicativo no celular

  1. Entrar: com o próprio login e senha (o administrador precisa ter marcado a porta "Mobile"). A sessão vale 14 dias a partir do login e só cai antes se o app ficar 7 dias sem uso — sem pedir senha toda hora no campo.
  2. Baixar para offline: no cartão do projeto, Baixar guarda no aparelho os elementos, os diagramas e o mapa de ruas da área do projeto, com 1 km de folga em volta. Depois do primeiro download o botão vira Atualizar, e o cartão diz "Mapa offline pronto" com o tamanho. Se o sinal cair no meio, o que já chegou fica guardado: toque em Atualizar com sinal e o download continua de onde parou. Sem sinal, o app abre direto no que está baixado. O satélite precisa de conexão; sem ela, o mapa mostra as ruas baixadas.
  3. Escanear etiqueta: o botão ▦ Escanear etiqueta fica na tela de projetos, acima da lista — de propósito: quem chega numa caixa em campo não sabe de que projeto ela é, e a etiqueta diz. O aplicativo abre o projeto certo e cai direto no diagrama da caixa (seção 19). Dentro do mapa, o mesmo leitor é o botão flutuante ▦, na pilha dos de camadas e GPS.
  4. Minhas pendências: o botão da tela de projetos mostra quantas estão abertas e abre a lista de todos os projetos, em duas partes: Para mim, as que o escritório mandou para você, e Que eu abri. Os filtros são Abertas e Resolvidas. Cada pendência tem Ver no mapa e, para quem é o responsável ou a abriu, Marcar como feita (seção 12). Sem sinal, a lista mostra a última que foi baixada.
  5. O menu (canto superior esquerdo): mostra quem está conectado e a lista de projetos para troca rápida.
  6. Baixar e atualizar dentro do mapa: no alto, ao lado da lupa, ficam o botão de baixar e o de atualizar. A cor do de baixar diz se a cópia do aparelho está em dia: verde, igual à rede; amarelo, com um ponto no canto, ficou para trás; sem cor, o projeto nunca foi baixado neste aparelho. O de atualizar busca o que mudou na rede sem tirar o mapa do lugar e, se o projeto está baixado, atualiza a cópia do aparelho junto. O mapa de ruas fica como está; esse vem pelo de baixar.
  7. Buscar: digite o nome de uma caixa, cabo ou poste — ou cole uma coordenada. O mapa voa até lá e deixa um alvo marcado.
  8. Camadas e GPS (botões flutuantes à direita): o de camadas escolhe o fundo — Ruas ou Satélite, que é o que abre primeiro; quando aparece, Híbrido é a foto com os nomes das ruas por cima — e liga cada tipo de elemento. O Aa, ao lado do título Camadas, escreve o nome das caixas no mapa, do zoom 12 para perto. Os Postes começam desmarcados em toda abertura. O botão de mira mostra a sua posição e acompanha enquanto você anda; outro toque desliga. Sem posição recente, o app diz "Procurando o sinal de GPS…" e, depois de meio minuto sem nada, pede para conferir se a localização está ligada e liberada para o aplicativo.
  9. Medir: o botão da trena, na pilha da direita, mede com o dedo. Toque ponto a ponto, contornando a quadra se precisar; o total aparece na faixa de baixo, em metros. Desfazer tira o último ponto, Copiar leva só a medida ("142 m") para colar no WhatsApp e Encerrar apaga. A trena não cria nada e não fica salva.
  10. 3D: o botão 3D, na pilha da direita, deita o mapa como no Google Earth. Com os dedos você gira e inclina. No canto de cima ficam a bússola (um toque põe o norte para cima, sem inclinação), o relevo do terreno, que começa desligado, e o Aa dos nomes. Tocar numa caixa abre a ficha, segurar o dedo abre uma pendência e a trena mede, como no mapa normal. Sem sinal, o 3D abre sobre o mapa de ruas baixado do projeto, sem relevo e sem satélite. Outro toque em 3D volta ao mapa normal.
  11. Consultar: toque numa caixa para abrir a ficha. Ela traz o status, as coordenadas (toque para copiar), os splitters, a potência teórica nas portas com a distância até a OLT e os clientes da caixa, com as portas livres e ocupadas (a lista de clientes precisa de sinal). Embaixo: Ver diagrama de fusões, o diagrama real da prancheta em modo leitura; Ver o percurso, de onde vem o sinal, com metros e perdas (tocar no número da potência abre o mesmo); Abrir rota até aqui, que abre o caminho no aplicativo de mapas; Fotos e comentários; e Abrir pendência neste elemento. No cabo, a ficha mostra o tipo (o nome do catálogo, as fibras e, quando há mais de um, os tubos), a descrição, quando ele tem, e os botões Diagrama do cabo e Ver o percurso das fibras.
  12. Rede subterrânea: caixa de passagem, duto e reserva aparecem no mapa do app. Tocar numa CXP lista, em Dentro dela, as caixas que moram no poço — e dali se abre o diagrama de fusões de cada uma.
  13. Abrir pendência: segure o dedo no ponto do mapa, ou use o botão na ficha do elemento. Em cima de um cabo, segurar o dedo abre o Diagrama do cabo: o cabo em linha reta, com as caixas e o sinal de cada fibra. A pendência daquele ponto fica ali dentro, no botão Abrir pendência neste ponto.
  14. Foto de câmera sai carimbada: logo e nome da empresa, nome do técnico, data/hora e coordenadas — a prova de "estive aqui, era assim".
a lista de projetos no app do técnico
Ao entrar, os projetos liberados para você. No alto, a busca pelo nome, Minhas pendências e Escanear etiqueta. Cada cartão traz o tamanho da rede e o botão Baixar, que guarda elementos, diagramas e o mapa de ruas da área no aparelho — é o que faz o app abrir sem sinal. Depois de baixado, o botão vira Atualizar e o cartão diz "Mapa offline pronto". O selo de pendências abertas avisa antes de entrar onde há trabalho esperando.
o app no celular com uma caixa selecionada
Uma caixa tocada no mapa. A ficha da CTO sobe de baixo com o nome, o status, as coordenadas, os splitters, a potência teórica nas portas e os clientes da caixa, com as portas livres. Embaixo, Ver diagrama de fusões em verde, Ver o percurso, Abrir rota até aqui, Fotos e comentários e Abrir pendência neste elemento. O diagrama no celular é o mesmo do escritório, leitura e potência incluídas.
O Diagrama do cabo no app, aberto segurando o dedo num cabo: as caixas em linha reta com o sinal das fibras e, embaixo, Ficha do cabo e Abrir pendência neste ponto.
Segurar o dedo num cabo. Abre o Diagrama do cabo, com as caixas por onde ele passa e o sinal de cada fibra. A pendência daquele ponto fica no botão de baixo.
O app com o 3D aceso: o mapa inclinado com cabos e caixas e, no canto de cima, a bússola, o relevo e o Aa.
O 3D no celular. Os dedos giram e inclinam o mapa. No canto de cima, a bússola, o relevo do terreno e o Aa dos nomes.
Feito sem sinal sobe depois

Foto, comentário e pendência feitos sem sinal ficam guardados no aparelho e sobem sozinhos quando a conexão volta. Na tela Fotos e comentários, o que espera leva a marca aguardando envio; a pendência avisa na hora que ficou guardada no aparelho.

Se o servidor recusar algum — a caixa já tem 12 fotos, por exemplo —, ele não some: fica com a marca não subiu, o motivo e dois botões, Tentar de novo e Descartar. A tela de projetos avisa quantos registros não subiram e onde abrir. O que está na fila é de quem fez: tocar em Sair com algo esperando faz o app perguntar antes, e os registros ficam no aparelho até a mesma pessoa entrar de novo.

Fotos e comentários de uma caixa no app, sem conexão: fotos e um comentário com a marca aguardando envio e um item com não subiu, Tentar de novo e Descartar.
A fila sem sinal. O que foi feito sem conexão aparece na caixa com aguardando envio. O que o servidor recusou fica com não subiu e o motivo, até alguém tentar de novo ou descartar.
Em campo é consulta

O técnico consulta a rede, fotografa e abre pendência. O desenho da rede continua sob o comando do escritório — é o que evita que dois aparelhos sem sinal desenhem coisas diferentes no mesmo lugar.

Trocar de empresa apaga o aparelho

O aplicativo instalado guarda o endereço da empresa e só mostra o login dela. O técnico que muda de provedor usa o botão Trocar de empresa, na tela de entrada do aplicativo (ele não existe no navegador — lá, trocar de empresa é trocar o endereço).

Trocar apaga do aparelho tudo o que é da empresa: projetos baixados, mapas e configurações. É de propósito — quem sai de um provedor não leva a rede dele no bolso. Se houver registros feitos sem sinal que ainda não subiram, o aplicativo diz quantos são antes de apagar, para ninguém perder serviço de campo sem saber.

19A etiqueta QR na caixa

O técnico chega numa caixa em campo e ela não diz quem é: para achá-la no sistema, era preciso saber o projeto e procurar no mapa. A etiqueta resolve isso com papel: um código impresso, colado dentro da caixa. Quem escanear pelo aplicativo cai direto no diagrama daquela caixa — no projeto certo, sem procurar nada.

Gerar e imprimir

  1. Abra a caixa — pela ficha no mapa ou pela prancheta — e clique em QR Code. O botão existe em CTO, CE e FTTA.
  2. A caixa não nasce com etiqueta: a janela avisa e oferece Criar etiqueta. Criar é permitido a quem edita a rede — administrador e projetista; quem só visualiza vê o código depois de criado.
  3. Exportar PDF abre a folha de impressão: seis cópias da mesma etiqueta, cada uma com o QR, o nome da caixa, o projeto e o código por extenso. Uma é para colar; as outras são reserva — papel de campo rasga, e o código é o mesmo.
  4. Recorte pela linha tracejada e cole dentro da caixa.

O código é permanente e feito para ser digitado sem erro: ele sai sorteado sem as letras que se confundem à mão — I, L, O, U — e com um verificador no fim, que pega o dedo errado antes de qualquer consulta.

Escanear em campo

No aplicativo do técnico (seção 18), o leitor abre pelo botão da tela de projetos ou pelo botão flutuante do mapa — e lê de três jeitos:

O que abre é o diagrama de fusões da caixa: quem escaneou está com a tampa aberta na mão, querendo saber qual fibra vai em qual porta. Caixa sem diagrama cai na ficha. A consulta é no servidor, então escanear pede sinal — o resto do aplicativo continua funcionando offline como sempre.

Só etiqueta nossa

Um QR de nota fiscal ou de Pix no enquadramento é ignorado no próprio aparelho — não fecha a câmera nem sai para a rede. E etiqueta de outro provedor, ou uma antiga que foi trocada, responde "não encontrada": o código não conta nada sobre a rede a quem não é da casa.

A leitura ao vivo vem com o aplicativo da loja

Câmera é parte nativa do aplicativo (seção 17). O aplicativo da Google Play e o da App Store já leem ao vivo; no iPhone, quem lê é o leitor do próprio iPhone. Quem ainda usa um APK antigo continua abrindo a caixa, mas tirando uma foto do código em vez de apontar: instale pela loja, ou pelo APK atual da janela App do técnico.

Gerar outro código

O botão Gerar outro código existe para etiqueta comprometida — o papel sumiu, ou foi parar em mãos erradas. Ele invalida o atual na hora: etiqueta já impressa e colada em campo para de abrir, e alguém vai precisar trocar o papel na caixa. Por isso o sistema pergunta antes, com essa consequência escrita — não é um botão de "imprimir de novo". Para reimprimir o mesmo código, use o Exportar PDF de sempre.

20Teclas e gestos

A lista abaixo está no próprio sistema: aperte F1 (ou ?) em qualquer tela, ou clique no ? no alto do painel esquerdo, ao lado do nome FTTx Maps. Ela se monta sozinha do código — atalho novo aparece lá sem ninguém precisar lembrar de escrever.

Todas valem fora de campo de texto: enquanto você digita o nome de uma caixa, a tecla é do campo.

No mapa

Desenhando e editando uma área

No diagrama

Com o 3D ligado

21Dicas rápidas

22Fale com o suporte

Travou em alguma coisa, ou a tela fez o que não devia? Não é preciso sair do sistema para pedir ajuda. São duas portas para o mesmo painel: o botão azul logo abaixo do zoom do mapa e o botão Suporte na fileira de atalhos da tela inicial — este serve para quando nem há projeto aberto. O painel abre com três caminhos: Falar com o suporte, Tutoriais e O que mudou.

A conversa é a mesma nas duas portas, e ela atravessa a troca de projeto: abrir outro projeto no meio de um atendimento não fecha nem perde nada.

O sistema com o projeto aberto e o painel do suporte aberto pelo botão azul abaixo do zoom: Falar com o suporte, Tutoriais e O que mudou, com a faixa do horário de atendimento.
O painel do suporte. Aberto pelo botão azul abaixo do zoom, com os três caminhos: Falar com o suporte, Tutoriais e O que mudou.

A conversa

Em Falar com o suporte, conte o que aconteceu e onde. A primeira mensagem já leva junto a empresa, o projeto aberto e a versão do sistema — ninguém precisa explicar de onde está falando. A resposta da equipe chega no próprio painel, e enquanto alguém está atendendo, o nome dessa pessoa aparece no alto da conversa.

  1. Escreva no campo de baixo. Enter envia; Shift+Enter quebra a linha.
  2. Mande uma foto ou um vídeo pelos botões ao lado do campo — a tela do erro, o pedaço do mapa que está estranho. Foto até 5 MB; vídeo até 1 GB, com barra de progresso enquanto sobe.
  3. Grave a sua tela: o botão de gravar registra o que você faz no sistema, com a sua voz, por até cinco minutos. É o jeito mais curto de mostrar um problema difícil de descrever. O navegador pergunta o que gravar e pede o microfone na primeira vez; se a voz for negada, a gravação segue muda e a pílula "Gravando" avisa.

Quem responde é a nossa equipe, das 8h às 22h. Fora desse horário a mensagem não se perde: fica guardada e é respondida quando o atendimento abrir — o painel diz isso com todas as letras. Se você fechar o painel ou trocar de aba, a resposta chega como aviso do navegador (ele pede essa permissão na sua primeira mensagem) e o botão do mapa ganha uma bolinha com as mensagens que você ainda não leu.

Encerrar e avaliar

Resolvido? Encerrar atendimento, no rodapé da conversa, fecha o chamado — a equipe também pode encerrar do lado dela. Sem isso a conversa fica aberta e continua de onde parou quando você voltar a escrever.

Ao encerrar, o painel pede a sua avaliação: cinco estrelas, a pergunta "Seu problema foi resolvido?" e um comentário, se quiser. Só a nota é obrigatória, e Agora não está ali para quem não quer avaliar. É essa nota que diz à equipe onde o atendimento está falhando — por isso ela vem como convite, e não como formulário.

Atendimento encerrado limpa a conversa: uma mensagem nova abre outro atendimento, do zero. Os arquivos que você mandou são apagados 30 dias depois do encerramento, ou da última mensagem se a conversa ficar aberta.

Tutoriais e o que mudou

No mesmo painel, Tutoriais lista as seções deste manual, com busca — cada uma abre no ponto certo. E O que mudou mostra as novidades por versão, três de cada vez, com a sua marcada como "a que você usa"; o botão no fim traz as versões anteriores. É o mesmo texto do cartão da tela de projetos (seção 2).

Sem conseguir entrar

Esqueceu a senha ou o login não abre? Na tela de entrada, Chamar suporte no WhatsApp abre a conversa com a mesma equipe, já com uma mensagem pronta (seção 1). Com a conta em Somente leitura, a tarja do alto da tela também traz Falar com o suporte, pelo WhatsApp.

Dúvidas ou algo estranho na tela? Fale com o suporte pelo botão azul do mapa (seção 22) ou em fttxmaps.com/contato.

Manual de uso do FTTx Maps — edição 10, outubro de 2026, sistema v1.121.0.