Do primeiro acesso ao técnico em campo — para administradores, projetistas, vendas e técnicos.
Edição 10 · outubro de 2026 · corresponde ao sistema v1.121.0
As telas deste manual foram capturadas do sistema real, em uso.
Cada empresa tem o seu próprio endereço, no formato suaempresa.fttxmaps.com. Abra-o no navegador, digite o login e a senha que o administrador criou para você e clique em Entrar.
O login pode ser um e-mail, se foi assim que o administrador criou a sua conta. Embaixo do botão Entrar há dois atalhos: Trabalha com vendas? Entrar na consulta de viabilidade leva quem é do comercial à porta certa, e Chamar suporte no WhatsApp abre uma conversa com a nossa equipe, para quem não consegue entrar.
São quatro portas de entrada independentes, e o administrador decide quais cada pessoa usa. O login e a senha são os mesmos em todas; a porta é que abre ou não.
| Porta | Para quem | Onde se entra |
|---|---|---|
| Web | Projetistas e administradores | o endereço da empresa, no navegador |
| Mobile | Técnicos de campo | o aplicativo no celular |
| Vendas | Equipe comercial | /vendas — o FTTx Viabilidade, consulta de viabilidade |
| Monitoramento | Quem acompanha os clientes e os alarmes da rede | /monitoramento, ou o botão Monitoramento da tela de projetos — só na empresa com o monitoramento ligado. O administrador entra sempre. |
Um técnico costuma ter só a porta Mobile marcada: ele entra no aplicativo, mas não no sistema pelo navegador. Isso não é limitação de conta, é escolha de quem administra — e muda a qualquer momento.
Cada conta fica conectada num lugar só por porta. Ao entrar em outro computador, o anterior é desconectado na mesma hora, com o aviso "esta conta entrou em outro dispositivo" — ninguém perde trabalho sem saber por quê. As portas são independentes: entrar no aplicativo do celular não derruba o navegador.
No navegador, 30 minutos sem mexer no sistema encerram a sessão sozinhos: a tela de entrada volta com o aviso "Sessão encerrada após 30 minutos sem uso". Conta como uso clicar, digitar, rolar ou tocar na tela. Só voltar para a aba não conta.
Depois de entrar, o sistema abre na escolha de projeto. Cada projeto é uma rede: uma cidade, um bairro, uma expansão.
O selo de cada projeto mostra quantas pendências estão abertas e quantas apareceram desde a sua última visita — dá para ver o que precisa de atenção antes de abrir qualquer coisa.
O botão Dashboard, no alto da tela de projetos, abre o retrato da empresa inteira: clientes ativos, clientes em caixa (os ativos ligados a uma caixa), portas de atendimento (ocupadas × existentes), caixas, quanto da rede já está implantado, pendências abertas e os projetos. Abaixo, os gráficos: cabos, caixas e FTTA por status — cada um com o seu percentual pronto no miolo —, os elementos por tipo, os clientes novos por mês com a linha do acumulado e o comparativo de projetos. Nos clientes novos, a primeira carga de cada fonte (a importação do ERP, por exemplo) fica fora das barras e entra só no acumulado.
Alguns cartões só aparecem quando há o que mostrar: Sinal medido (ONU) e Online no ERP para quem tem integração com o sistema comercial, Conexão agora quando o ERP manda a conexão dos clientes, e Caixas em alarme para quem tem o monitoramento — um clique nele abre o monitoramento. Quem enxerga só alguns projetos não tem o botão Dashboard.
Os números saem direto do banco, sem abrir projeto nenhum — por isso a tela carrega em segundos mesmo numa empresa com centenas de milhares de elementos. O Sinal previsto (projeto) é a média da última conta de cada cliente: quem alimenta esse número é a ficha do cliente e o relatório em área, a cada cálculo que fazem. Sem nenhuma conta feita, o cartão não aparece. O Sinal medido (ONU) é o que a ONU está recebendo, trazido do sistema comercial; leitura com mais de 7 dias não entra na média. Os dois cartões dizem de quando é o número.
Quando uma versão nova entra no ar, o sistema mostra um cartão contando o que mudou — uma vez só, na tela de projetos, escrito para quem usa e não para quem programa. O botão Entendi fecha e ele não volta até a próxima versão.
Perdeu, ou quer reler? O botão Novidades, no alto da mesma tela, reabre quando você quiser. Com o mapa aberto, o mesmo texto está no painel do suporte, em O que mudou (seção 22).
Um projeto precisa de três coisas: um nome, uma sigla e uma localização-base — o ponto do mundo em torno do qual o sistema desenha a área inicial, um quadrado de 20 km de lado.
Não é preciso sair do sistema para buscar coordenada em outro lugar. No formulário, o botão Escolher no mapa abre a janela Escolha o ponto no mapa. Ela começa no ponto que já estiver escrito no campo, com o alfinete nele; com o campo vazio, na base de um projeto que a empresa já tem:
Se você já tem a coordenada — recebida por mensagem, por exemplo — pode colá-la direto no campo: em decimal (-11.42038, -58.75872), em graus, minutos e segundos (26°46'18.6"S 53°11'18.2"W) ou o link de um lugar do Google Maps. O link curto (maps.app.goo.gl) não traz a coordenada. O mapa é atalho, não obrigação.
O sistema nunca pede a localização do seu navegador. Não existe botão de "usar minha posição" nesta tela, e nenhuma permissão de GPS é solicitada no computador. Quem escolhe o ponto é você, olhando o mapa.
Digite pelo menos quatro letras e pare de digitar por um instante: aparece uma lista de até seis lugares, só do Brasil. Escolher um leva o mapa até ele. Toda cidade chega na mesma distância — a de interior aparece inteira, e numa capital a tela fica cheia de cidade. Um bairro chega mais perto, uma rua mais ainda, e um endereço com número chega na quadra. Buscar (ou Enter) vai direto ao primeiro da lista. A busca só aproxima: quem marca o ponto é o seu clique.
Uma rede que atravessa várias cidades — o backbone — pode morar num projeto só e aparecer dentro dos outros. No formulário, Projetos pai diz de quem este projeto enxerga a rede (dá para marcar já na criação, e mais de um), e Projetos filhos, que aparece só em Editar projeto, diz quem enxerga a dele. A rede do pai entra recortada pela área do filho: o cabo que cruza a área vem inteiro, a caixa só se estiver dentro. Lá ela é só leitura — dá para ver a ficha e abrir o diagrama; editar, só no projeto dono.
Um projeto pode ganhar um endereço que qualquer pessoa abre sem login, só para olhar. Publicar deixa toda caixa, cabo, poste e área do projeto visíveis para quem tiver o link. Clientes e drops nunca saem. Só o administrador publica.
O cartão do projeto ganha o selo no ar. Para tirar do ar, volte em Editar projeto, abra o bloco do mapa público e clique em Encerrar: o endereço para de responder na hora.
A barra de Ferramentas de desenho fica no alto do mapa. CTO, CE, FTTA, POP, Poste, CXP e Cliente (seção 10) criam pontos; Cabo, Duto e Reserva desenham sobre a rede; Trena mede; Relatório abre o relatório em área; Área marca uma região; Importar traz um KML ou KMZ (seção 8). É uma ferramenta por vez: clicar nela de novo, ou Esc, larga. Quem só visualiza usa apenas a Trena e o Relatório. À esquerda da barra, Ruas, Satélite e Híbrido trocam o fundo do mapa.
-11.42038, -58.75872, ou em graus, minutos e segundos) ou escreva o Endereço (rua, número, cidade) e clique em Ir. O lugar fica marcado até o próximo clique no mapa. A busca por endereço usa o Google; sem ele, só a coordenada funciona. Em Buscar elementos, digite duas letras ou mais do nome: aparecem até 40 do que está no mapa, e um clique leva até o elemento.
O painel da esquerda tem duas abas. Projeto é o projeto aberto: o cartão com o nome, a sigla e o tamanho da rede, as Pendências, o Ir até e as Camadas. O ↻ no canto do cartão busca no servidor o que mudou sem recarregar a página: o cliente que chegou do sistema comercial, a alteração de um colega.
Relatórios junta o que é consulta. Painel do projeto abre os números do projeto aberto: caixas e rede por status, clientes ativos, clientes em caixa, portas de cliente, elementos por tipo, as caixas mais cheias e os clientes novos por mês. Relatório em área é o mesmo da barra. Na empresa com o SGP ligado, Integração SGP mostra quanto das caixas e dos clientes do projeto está ligado ao SGP e as caixas que precisam ter o nome trocado lá, com o nome pronto para copiar.
No fim de Camadas fica Pastas do projeto: a rede do projeto em árvore, como no Google Earth. Ela começa fechada; a seta abre. O projeto já vem com uma pasta por tipo, e criar outras é opcional.
| Sigla | O que é | Onde entra na rede |
|---|---|---|
| POP | Ponto de presença | onde ficam OLT, DIO e switch — o começo de tudo |
| CE | Caixa de emenda | no meio do backbone, onde os cabos se emendam |
| CTO | Caixa de terminação óptica | na ponta, onde o cliente é atendido |
| FTTA | Prédio / atendimento vertical | quando um endereço concentra vários clientes |
| CXP | Caixa de passagem | no subterrâneo: o poço por onde os cabos passam — e onde CEs e CTOs podem morar dentro (seção 5) |
No mapa cada um tem o seu desenho, e é por ele que se reconhece de longe: a CTO é o círculo, a CE também, o POP é a casinha, o FTTA é o prédio — um retângulo em pé com as janelas — e a CXP é o quadrado de cantos arredondados, o formato da tampa.
Caixa, cabo e splitter não são desenhados do zero a cada vez: cada um aponta para um tipo do catálogo da empresa, e é o tipo que carrega capacidade, cor, perda e o modelo de diagrama. Trocar a cor de um tipo repinta todas as caixas dele de uma vez.
O botão Tipos e configurações, no rodapé do painel esquerdo, abre o catálogo. Nesse mesmo rodapé fica o tema — Escuro, Claro e Azul. O ?, no alto do painel ao lado do nome FTTx Maps, abre a lista de teclas e gestos (a tecla F1 faz o mesmo). Toda empresa nova nasce com uma lista pronta — e ela é ponto de partida, não regra: dá para renomear, recolorir, criar os seus e apagar o que não usa.
As abas do catálogo, na ordem da tela: Cabos, Splitters, DIOs, CTOs, CEs, FTTAs, POPs, OLTs, Equipamentos ativos, Equipamentos elétricos, GBICs, Amplificadores, Racks, Padrões de cor, Acopladores, Perdas, Postes, Caixas de passagem, Dutos e Reservas.
Em Padrões de cor ficam as sequências de cor das fibras e dos tubos. Vêm três de fábrica — De fábrica (ABNT), ABNT piloto/direcional e TIA-598 (EUA) —, que não se editam: Duplicar faz uma cópia da empresa, e essa se edita, com a prévia ao vivo. Cada tipo de cabo escolhe o seu no campo Padrão de cores. Num tubo com mais de 12 fibras, da 13ª em diante a cor se repete com uma marca: no padrão de fábrica, a 13ª é a Verde 2 · 1 anel. A marca aparece no diagrama das caixas, no app do técnico e no DXF. Trocar o padrão de um tipo em uso pergunta antes, dizendo quantos cabos mudam.
Nove famílias têm uma coluna de preço: o cabo e o duto são por metro; a CTO, a CE, a caixa de passagem, o splitter, o acoplador, o poste e o DIO são por unidade. É esse preço que o relatório em área usa para dizer quanto a rede custa (seção 8).
O campo pode ficar em branco, e em branco não é zero: quer dizer "ainda não sei". O item sem preço fica de fora da soma e o relatório avisa. Zero, esse sim, é preço — serve para o material que a empresa já tem em estoque.
OLT, equipamento ativo, amplificador, equipamento elétrico, rack e GBIC não têm preço no catálogo. FTTA e POP também não: um é prédio, o outro é lugar. A reserva também não tem: ela é metro do próprio cabo.
Tipo em uso não se exclui. Se alguma caixa, cabo ou diagrama usa o tipo — ou outro tipo do catálogo depende dele, como o modelo de diagrama de uma caixa ou o GBIC padrão de uma OLT —, o sistema recusa na janela Tipo em uso e diz quantos são. Até 12, a lista vem no próprio aviso, com o projeto e as caixas; acima disso, Carregar lista a traz. Troque o tipo deles, na ficha ou na alteração em massa do relatório em área, e exclua depois. DIO, OLT, equipamento ativo, amplificador e equipamento elétrico não trocam de tipo no diagrama: a peça precisa sair do diagrama antes.
| Família | O que vem de fábrica |
|---|---|
| CTOs | CTO padrão (8 portas atrás de um 1×8), CTO 1/8 e 1/16, e a família pré-conectorizada: 00/00, 10/90, 15/85, 20/80, 30/70 e 50/50. As de razão trazem dois splitters já montados — o 1×2 desbalanceado que sangra a porcentagem menor da rede e o 1×8 que atende os clientes. A cor do miolo é a identidade da razão, para o técnico saber qual é sem abrir. |
| CEs | CE de 96 fusões, CEO grande, picolé e compacta. |
| Cabos | Primeiro o Cabo Cliente, o drop que chega na casa — é o mais desenhado, e por isso abre a lista. Depois os de rua, de 1 a 144 FO, em pares primário/secundário até 24 FO. |
| GBICs | Os transceptores do POP. Começam pelos cordões de rack — DAC 1 Gb, DAC 10 Gb e AOC 100 Gb — e seguem nos SFP de 10 a 100 km, cada um com o seu comprimento de onda e as potências de transmissão e recepção. |
| Caixas de passagem, dutos e reservas | As duas caixas de passagem de fábrica, R1 (55×35×55 cm) e R2 (105×55×80 cm), o Duto padrão e a Reserva padrão. Cada família tem a sua aba no catálogo — Caixas de passagem, Dutos e Reservas —, onde se criam outros tipos: a caixa de passagem com tamanho e cor por status, o duto com espessura e cor do traço, a reserva com metragem padrão e cor por status. |
| Splitters | Os balanceados (1:2 a 1:32) e os desbalanceados de 1/99 a 45/55. Cada um existe em duas versões: a conectorizada, que atende cliente, e a fusionada, de rede. |
DAC e AOC são GBICs, não cabos: cordões prontos, com os transceptores presos nas pontas. Entram pelo diagrama do POP, ligados à porta do equipamento, e não aparecem para quem desenha rede. Cada um conta como uma via, não duas.
Nem toda rede vai no poste. Onde a fibra desce para o solo entram dois elementos: a caixa de passagem (CXP) e o duto. As telas desta seção saem de uma rede de demonstração: os nomes que aparecem nelas são de exemplo — na sua, os nomes são os que você der.
Escolha a ferramenta CXP na barra de desenho e clique no mapa, como em qualquer outra caixa. O tipo vem do catálogo da empresa, que já nasce com dois tamanhos: R1 (55×35×55 cm) e R2 (105×55×80 cm). Outros tamanhos se cadastram na aba Caixas de passagem de Tipos e configurações, com a cor de planejada e a de implantada.
A CXP não faz emenda. Ela é o poço: o cabo entra, dá a volta e sai. Quem emenda são as caixas que moram dentro dela — e essas são CE, CTO, FTTA ou POP normais, apenas posicionadas ali.
Para colocar uma caixa dentro, escolha a ferramenta dela (CE, CTO…) e clique em cima da CXP: o ímã cola na posição exata. Ou abra a câmara e use o botão + Criar caixa do rodapé — ele pergunta se nasce CTO ou CE, e a caixa já nasce na coordenada exata do poço, sem depender de mira. A ficha da CXP passa a listar quem está lá. Não há teto: quantas caixas você alocar no mesmo poço, todas moram nele e dividem o espaço dentro da moldura da câmara.
A ferramenta Duto desenha como um cabo — ponto a ponto — e liga duas caixas de passagem. A ficha dele traz a extensão calculada a partir do traçado: no exemplo desta seção, 39,6 m entre uma caixa e a outra.
O que corre por dentro não se declara em lugar nenhum: o sistema deduz da geometria. Cabo que tem dois pontos seguidos nas duas bocas do duto está dentro dele — e a ficha lista todos, com a contagem no título (Cabos lá dentro (1)), quantas fibras cada um tem e um atalho para abrir a ficha dele.
Clicar no traço abre a ficha do duto, nunca a do cabo que está lá dentro — mesmo os dois estando um em cima do outro. Cabo enterrado não se edita pela rua: arrastar o traçado dele no mapa seria mentira geográfica, porque ele está preso ao duto. Para mexer nesse cabo, abra uma das caixas de passagem das pontas.
O duto termina sozinho ao clicar na segunda caixa de passagem, sem janela. Com o duto pronto, escolha a ferramenta Cabo e clique de caixa de passagem em caixa de passagem: entre duas CXPs seguidas, o traçado vai sozinho pelo caminho mais curto dos dutos, e o aviso diz Cabo roteado por dentro do duto. A CXP no meio não encerra o cabo; ele termina quando você clica numa CE, CTO ou outra caixa, ou em Concluir cabo. Sem duto ligando as duas CXPs, o trecho fica reto e o sistema avisa.
Um duplo clique na caixa de passagem — ou o botão Abrir o interior da caixa, na ficha, ou Abrir a câmara, no botão direito — abre a câmara: é o desenho de quem levantou a tampa e está olhando para dentro.
O que aparece ali: a moldura da caixa; cada duto entrando pela parede na direção geográfica de verdade, para quem está com o mapa na cabeça se achar na hora; os cabos correndo por dentro; e as caixas que moram na CXP, cada uma com o seu símbolo.
| Para | O gesto |
|---|---|
| Mover uma caixa de dentro | arraste — a câmara guarda o arranjo |
| Criar uma dobra no cabo | duplo clique no traço |
| Mover a dobra | arraste a alça |
| Apagar a dobra | botão direito na alça |
| Conectar o cabo numa caixa | arraste a dobra até a caixa — ela acende em verde quando é ali que vai grudar — e solte; ele pergunta antes de conectar |
| Ver o resto das opções do cabo | botão direito nele: conectar, abrir o diagrama de fusões de quem já conecta, ver a ficha no mapa ou excluir o cabo |
| Abrir o diagrama de fusões de uma caixa | clique nela |
| Abrir o diagrama, ver a ficha ou excluir uma caixa de dentro | botão direito nela: Abrir diagrama de fusões, Ver ficha no mapa ou Excluir a caixa |
| Criar uma caixa dentro do poço | botão + Criar caixa no rodapé — escolha CTO ou CE e ela nasce na coordenada exata da CXP. O botão direito num lugar vazio da câmara faz o mesmo: Criar aqui dentro, com + CTO ou + CE |
| Criar cabo entre duas caixas da mesma CXP | botão + Criar cabo no rodapé, depois clique na primeira e na segunda caixa |
Esse último existe porque no mapa seria impossível: as duas caixas estão no mesmo ponto do mundo, dentro do mesmo poço, e não há como desenhar uma linha entre elas na rua. O botão Salvar grava o arranjo e fecha.
A diferença não é de tela: é o que aconteceu com a fibra dentro do poço.
Na sangria, cada pedaço herda o nome do original com uma letra no fim — um cabo chamado Cabo 12 FO vira Cabo 12 FO-a e Cabo 12 FO-b. E as letras se acumulam: sangrar de novo o pedaço -a produz Cabo 12 FO-a-a e Cabo 12 FO-a-b. O nome vira o histórico dos cortes, e dá para saber de qual lance original um trecho veio sem abrir nada.
Porque ali não foi aberto nada. Cortar o registro criaria dois nomes para um lance que o técnico vai encontrar inteiro — e um diagrama de fusões mostrando uma emenda que não existe no poço. Na sangria acontece o contrário: os dois trechos são o que está no chão, e manter um cabo só é que seria a mentira.
Reserva é a sobra de cabo que existe no campo e não aparece no traçado: a volta deixada dentro da caixa, o laço enrolado na cruzeta. É metro de fibra de verdade — custa, pesa no orçamento óptico, e some do cadastro se ninguém a registrar. O sistema a trata de duas formas.
Toda CE, CTO, FTTA e POP tem na ficha o campo Reserva de cabo nesta caixa (m). Caixa nova já nasce com o valor do tipo — de fábrica, 7,5 m.
Cada cabo que termina naquela caixa ganha esses metros. Em sangria, ganha o dobro: a sangria consome duas pontas dentro da caixa, e cada uma pede a sua sobra.
Caixa criada antes de a reserva existir fica sem reserva — nada é aplicado retroativamente. A ficha mostra quanto o tipo usaria numa caixa nova. Para adotar o padrão, preencha o campo Reserva de cabo nesta caixa (m) na ficha de cada caixa.
É a sobra que não está em caixa nenhuma: enrolada na cruzeta, deixada no poste, um laço no meio do vão.
Ela vira um elemento próprio no mapa, com símbolo próprio. E é justamente por ser elemento que aceita foto, comentário e pendência, como qualquer caixa: o técnico fotografa a sobra no poste e a foto fica onde ela está — coisa que um número guardado dentro do cabo não permitiria.
Se o traçado mudar depois — editado, movido ou cortado —, a marca acompanha o cabo: ela se reencaixa sozinha sobre a linha nova, no ponto mais próximo de onde estava. A reserva pertence ao cabo, não à coordenada onde o clique caiu.
Na ficha do cabo, a Extensão calculada deixa de ser o traçado e passa a ser o cabo real: traçado mais reservas. Um cabo de 341 m de traçado com uma reserva de 22 m passa a mostrar 363 m — e a ficha separa as parcelas logo abaixo (traçado, reserva nas caixas, reserva avulsa), para ninguém precisar adivinhar de onde veio a diferença.
Como a perda óptica é calculada sobre esse comprimento, a reserva entra na conta de potência. Em dB a diferença costuma ser pequena — 22 m num cabo de 0,2 dB/km é quase nada. Mas é cabo que existe, e um orçamento óptico que ignora a sobra está medindo uma rede diferente da que está no poste.
Todo projeto tem uma área: o retângulo (ou polígono) que delimita a região dele no mundo. Ela não é enfeite — é o que decide o que o sistema carrega quando você abre o projeto.
Se a área nova deixa de fora caixas, cabos ou áreas marcadas do projeto, o Salvar área pergunta antes, com a conta: eles deixam de aparecer no mapa, mas nada é apagado — aumentar a área de novo os traz de volta.
Essa é a diferença que mais confunde no começo. Uma caixa ou um cabo pertencem ao projeto onde foram desenhados. O poste, não: ele é da empresa. Quem mapeou os postes de uma cidade uma vez enxerga os mesmos postes em todo projeto que passar por ali — sem recadastrar, sem duplicar.
Por isso o número ao lado da camada Postes é o total da área, não o do projeto — e é por isso que ele não muda quando você desenha uma caixa nova.
Como o poste é da empresa e não do projeto, vale manter um projeto dedicado só ao levantamento de postes de uma região inteira — cidade, vale, corredor de rodovia. Ele fica com a área grande, recebe a importação dos postes e não é mexido no dia a dia.
Os projetos de trabalho — o bairro, a expansão, o loteamento — ficam com áreas menores em cima daquela mesma região, e enxergam os postes já mapeados sem recadastrar nada. Assim o levantamento pesado acontece uma vez, num lugar só, e os projetos do dia a dia abrem leves.
Além do status de sempre, o poste tem o Status de projeto, para acompanhar o licenciamento com a distribuidora: Sem projeto, Projeto em Análise, Projeto Aprovado, Projeto Reprovado, Ocupação Indisponível e Licenciado. Ele se escolhe na ficha do poste, aparece como contorno colorido no mapa e se filtra em Status de projeto, nas camadas. Mudar o de muitos postes de uma vez é pela alteração em massa do relatório em área.
Na empresa que tem a base liberada, abaixo das camadas fica a Rede Elétrica Nacional: os postes, as torres e os fios da distribuidora, da base pública da ANEEL. Ela nasce desligada. Marcada, a seta ao lado abre os filtros: Postes, Torres de transmissão, Alta tensão, Média tensão, Baixa tensão e Rede subterrânea. Clique num poste para ver a ficha dele. É só referência: nada dela é do projeto até alguém copiar.
Para trazer um poste, clique nele com o botão direito e use Adicionar ao mapa. Para trazer todos de uma região, abra o relatório em área com a camada ligada e use Adicionar ao mapa no resumo da rede elétrica: o sistema conta os postes, mostra quantos vão entrar e só começa depois do Entendi. A cópia roda no servidor, mesmo com o projeto ou o navegador fechados, e um indicador mostra o andamento, com cancelar e retomar. Poste já copiado não entra duas vezes. Só quem edita copia.
Os arquivos KML e KMZ que a empresa já usa entram pelo botão Importar, com revisão item a item antes de gravar: você vê o que vai virar caixa, o que vai virar cabo e o que vai ser ignorado.
Antes de escolher o arquivo, o sistema pergunta: CTOs, CEs, FTTAs, POPs, postes ou cabos? Quem já separa o KMZ por tipo — uma pasta de CTOs, outra de CEs — ganha o trabalho todo de graça: as linhas do arquivo são descartadas e cada ponto já entra marcado com o tipo escolhido.
Isso é padrão, não trava. Um arquivo "de CTOs" quase sempre traz uma CE ou um poste no meio, e é para isso que continuam existindo a regra de cor, a troca item a item e a alteração em massa — todas valem por cima. O resumo avisa quantos itens ficaram de fora por não serem do tipo escolhido.
Se o arquivo é misturado e você prefere decidir olhando, o cartão Arquivo misto traz tudo, como sempre foi.
A reserva de cabo também entra. Ponto com nome começando por "Reserva", ou da pasta "Reservas" de um KMZ tirado daqui, vira reserva avulsa no cabo mais perto, a até 30 m, seja ele do arquivo ou do projeto. A metragem sai do nome ou da descrição ("Reserva 25m"); sem ela, vale a do tipo. Reserva sem cabo perto fica de fora, e o aviso do fim conta quantas. Caixa de passagem e duto de um KMZ tirado daqui vêm desmarcados na revisão, porque a importação ainda não cria esses tipos.
O que tem nome livre entra e é salvo na hora. O item com nome que já existe no projeto, ou que repete o nome de outro item do mesmo arquivo, não entra: volta na tela Nomes repetidos — renomeie para importar, com o nome em conflito ao lado de cada um. Troque o nome e clique em Importar selecionados. Em nome de caixa (CTO, CE, FTTA), maiúscula, minúscula e espaço repetido não contam: "cto 1" e "CTO 1" são o mesmo nome. Nada é renomeado sem você pedir.
Para achar os repetidos antes de importar, use o botão que fica entre o título e a tabela de cada grupo da revisão: Identificar cabos repetidos, em Linhas / cabos (aba Cabos), e Identificar pontos repetidos, em Pontos (aba Caixas). Ele marca em vermelho o que ficaria de fora e não troca nome nenhum. Havendo repetido, aparece ao lado Aplicar numeração automática: cada repetido ganha um número entre parênteses, pulando os que já estão em uso, e "CTO 5" vira "CTO 5 (1)". Cada grupo só mexe nos seus. Na tela Nomes repetidos, o botão de numerar já vem à vista em cada lista.
A rede sai em KMZ (abre no Google Earth), em DXF (o desenho da rede em metros, projetado em UTM, que abre em qualquer leitor de DXF) ou em PDF (o caderno para levar a campo, mais abaixo). A porta de saída é o relatório em área (seção 4): desenhe a região, ou segure Shift ou Ctrl e arraste um retângulo no mapa, e use Exportar PDF, Exportar DXF ou Exportar KMZ, no rodapé do relatório. O relatório de uma pasta tem os mesmos botões.
No KMZ e no DXF, a tela de exportação deixa escolher o que vai no arquivo: caixas e equipamentos, postes do projeto, cabos e dutos, clientes, pendências e, com a camada ligada, a rede elétrica. No DXF, cada tipo de cabo vira uma camada com a cor do catálogo e cada ponto leva a sigla do tipo no rótulo — menos o poste, que sai só com o símbolo: em área cheia o código de cada um vira mancha, e o nome dele está no KMZ.
O DXF pergunta antes o Desenho. No mapa é a planta com cada caixa e cada cabo no lugar real; marque Diagramas das caixas para cada caixa com cabo levar o diagrama de emendas numa moldura. Diagrama unifilar é a rede sem mapa: cada cabo do POP vai para a direita, e o que deriva desce logo abaixo da caixa de onde sai.
Exportar PDF, no rodapé do relatório em área ou de uma pasta, monta o caderno da rede para levar a campo. Na janela, escolha o Tipo de PDF:
No Completo dá para tirar a Tabela de emendas fibra a fibra e pedir Uma folha por CTO (desmarcada, cada CTO é uma linha na tabela da CE que a atende). Nome do cliente nas portas nasce desmarcada; sem ela, a porta diz só "cliente" ou "livre". Começar em escolhe a caixa de onde o PDF parte, no lugar da área inteira. A janela mostra quantas folhas vão sair, e o teto é de 1.500. Gerar PDF baixa o arquivo.
No fim da prévia, o cartão Custo estimado multiplica o que existe na área pelo preço do catálogo (seção 4). Cada linha traz a quantidade, o valor unitário e o total; no alto e no pé do cartão, o total geral.
Preço em branco não vira zero. O item sem preço fica fora da soma, e o cartão diz quantos são e onde preenchê-los. Sem nenhum preço configurado, o total aparece como um travessão — o sistema não anuncia como conta fechada o que ninguém informou.
Dá para mudar o valor ali mesmo, para simular: o total acompanha na hora, e a mudança vale só para aquele relatório. O preço de verdade continua sendo o de Tipos e configurações.
Ferragem não vem do catálogo: o padrão muda de obra para obra. O bloco Equipagem de postes, no alto do cartão, faz essa conta com o que você informa ali mesmo.
Contar postes varre os postes que ficam ao longo dos cabos da área, dentro dos Metros para cada lado do cabo que você escolher. Passagens entre ancoragens é quantas passagens existem, em média, entre duas ancoragens. Com esse número o sistema divide o total em duas linhas, Ancoragem completa e Passagem completa, cada uma com um campo para o seu custo. O valor é a ferragem inteira do poste: alça, plaqueta, BAP e o que mais o seu padrão usa. O primeiro e o último poste contam como ancoragem.
É estimativa de orçamento, e só: ela não olha curva, fim de rede nem nada que na obra peça uma ancoragem a mais.
A mesma tela oferece Carregar lista de materiais e orçamento: uma prévia com cabos, caixas, splitters, acopladores, DIOs, clientes, portas de atendimento e o custo estimado. No rodapé dela, Exportar em PDF gera a folha pronta para mandar ao cliente, e Exportar em CSV é para a planilha. O CSV pergunta o nome do arquivo e o que vai dentro: caixas, splitters, clientes e portas, portas por caixa, cabos, acopladores, o custo estimado e, com a camada ligada, a rede elétrica. O diagrama de cada caixa sai em PNG ou PDF (seção 9).
Duplo clique em qualquer caixa abre a prancheta — o que o técnico vai encontrar quando abrir a tampa: os cabos chegando como cartões com as fibras coloridas, splitters, fusões e conectores. O mesmo vale pelo botão direito na caixa, em Abrir diagrama, e pelo botão Editar diagrama de fusões da ficha — os dois com o contorno verde.
A tecla F põe a prancheta em tela cheia e, apertada de novo, devolve a janela como estava — solta, no mesmo lugar, se ela estava solta.
No alto da janela, ao lado de Editar caixa, Histórico mostra quem mexeu na caixa, quando e o quê. No rodapé, Salvar grava e continua editando, e Salvar e fechar grava e fecha. Fechar ou abrir outra caixa com alteração não salva pergunta antes.
O desenho segue a convenção que o setor já usa, para quem chega de outro sistema reconhecer sem manual:
A fusão é a cápsula escura com a fibra atravessando reta e inteira por dentro — o protetor de emenda que vai na bandeja; o acoplador é o retângulo com a cor do polimento — verde é APC, azul é UPC, a mesma convenção do conector físico. Os dois são pequenos de propósito: entram no meio de uma ligação sem virar cartão e sem encostar um no outro quando várias fusões ficam empilhadas na mesma caixa.
O POP e o FTTA aceitam equipamento. A conta de potência parte da OLT: sem uma OLT alcançável, o sistema avisa em vez de mostrar um número inventado.
No grupo Equipamentos ficam: OLT, que recebe o GBIC por placa ou por porta, e ele entra na conta de potência; Ativos (switch, roteador, concentrador, servidor, firewall ou rádio), cada tipo com as suas portas de cobre ou ópticas; Amplificador, cuja saída é a potência configurada no tipo; DIO, que pode ser Por bandejas e aparece com as portas agrupadas ("Bandeja 1 · P1–P12"); Outro, para bateria, inversor ou gerador; e Elétrico, os equipamentos elétricos do catálogo (fonte, inversor, bateria, nobreak). A ligação elétrica é fio, com cor e bitola — o botão direito no fio abre Cor e bitola do fio… — e não entra na conta óptica.
Quem edita, ao abrir um POP vazio, vê a pergunta Em qual diagrama você quer começar este POP? V1 Clássico é a prancheta de cartões e fios desta seção. V2 Rack desenha os equipamentos como painéis de rack, com os U numerados e os cordões entre eles. Os dois mostram os mesmos equipamentos e as mesmas ligações, e cada um guarda a sua arrumação. A troca fica no grupo Vista da barra; o alfinete ao lado fixa o diagrama em que o POP abre, no computador e no app.
No V1 vale a mesma regra do DIO: a fibra do cabo entra pela traseira (as portas P), e na frente (as portas S) vão os cordões.
No FTTA, switch, OLT e amplificador podem atender cliente. Ao pôr um deles, o sistema pergunta Este equipamento atende cliente? Com Atende cliente e um Nome da caixa, as portas dele viram portas de cliente, como as de uma caixa: aparecem no drop e no vendas e vão para o sistema comercial. O padrão é Não atende. Para mudar depois, selecione o equipamento e use Atende cliente, na faixa da seleção.
No grupo Rede da barra ficam quatro instrumentos virtuais: as mesmas conferências que se fazem com equipamento na mão, sem sair da cadeira.
Perda medida. A conta de potência usa a perda do catálogo, mas aceita a que o OTDR mostrou. Na ficha do cabo, preencha Perda medida deste lance (dB/km em 1550 nm); vazio, vale a do tipo de cabo. Mediu em outra janela, como 1310 nm? O converta aqui, logo abaixo, faz a conta para 1550. Na prancheta, clique numa fusão e digite a Perda (dB) dela; ↺ Padrão volta ao valor do catálogo.
OTDR e VFL armados mudam o cursor e destacam o próprio botão; clicar em qualquer coisa que não seja uma ponta de cabo — ou apertar Esc — desarma na hora.
Para rede com redundância, o catálogo traz os Splitters 2:8 e 2:16 (AC e RF): a primeira entrada recebe a rota principal e a segunda, a rota de proteção — outra OLT, ou outro caminho até a mesma. No desenho o símbolo vira um trapézio com IN 1 e IN 2, e cada porta aceita a sua fibra normalmente.
Com as duas entradas alimentadas, o selo de potência de cada saída mostra os dois sinais, na ordem das entradas — nunca somados, porque proteção não soma: é o caminho que assume se o principal cair. O mouse sobre o selo diz de qual OLT, placa e porta cada um veio. O VFL respeita a física: luz numa entrada acende as saídas (nunca a entrada irmã); luz numa saída volta pelas duas entradas, mostrando os dois caminhos até as fontes.
Nos seus próprios tipos, o campo Entradas do catálogo aceita 1 ou 2 — só no balanceado; desbalanceado tem sempre uma.
No mapa, o botão direito no cabo abre Diagrama do cabo; o mesmo botão está na ficha do cabo. Ali o cabo aparece esticado em linha reta, com as caixas na ordem em que ele passa e o selo de potência de cada fibra em cada caixa. Passe o mouse no selo para ver de onde o sinal vem. No alto, Ir para leva o mapa até cada ponta, e Ver percurso troca a linha pela lista das fibras, com o caminho de cada uma. No aplicativo do técnico, segurar o dedo no cabo abre a mesma vista.
Se você tentar desconectar da caixa a ponta de um cabo que ainda tem fusões dependendo dela, o sistema recusa e diz quantas são. Desfaça as fusões primeiro. Antes disso, a ponta saía e as fusões ficavam apontando para o vazio — o desenho continuava bonito e a informação já estava errada.
O cliente é a casa do assinante no mapa. Ele não é caixa nem cabo: fica numa lista à parte, com nome, PPPoE e código no ERP — e é por ele que a rede desenhada passa a responder "quem está ligado nesta porta".
A cor da casa diz o estado: azul enquanto não tem drop, verde quando tem, cinza se a assinatura foi cancelada. Com a integração com o sistema comercial, ela fica vermelha quando o cliente está sem conexão e vermelho-escuro quando ele está fora há mais de um dia. A casa aparece a partir do zoom 15 — de mais longe, o mapa é da rede, não das casas.
Passe o mouse perto de uma casa, sem clicar: aparecem o nome, o PPPoE, a caixa e a porta. Com a integração, aparece também a conexão: Online, Offline, Offline há mais de 1 dia ou Sem leitura recente.
O drop é o cabo que sai da caixa e chega na casa. Ele é desenhado como qualquer cabo, mas partindo da ficha do cliente — assim o sistema sabe de quem ele é.
Pronto: o drop nasce conectado à caixa e emendado na porta, com o cartão dele já posicionado ao lado do splitter no diagrama. Você não precisa abrir a prancheta para arrastar fibra.
O drop fica na camada Cabo do cliente, logo abaixo de Clientes, e ela nasce desmarcada: é um cabo por assinatura, e ligado de saída ele esconde a rede. Marque a camada para ver os drops no mapa.
Numa caixa com um splitter só, as portas são 1 a 8 (ou 1 a 16). Com mais de um splitter de atendimento, cada um conta a partir de 1 e o rótulo diz de qual se trata — "Splitter 1:4 AC · porta 2". A numeração é por splitter, não corrida na caixa — é como o ERP a enxerga, e assim acrescentar um splitter não renumera quem já estava lá.
Com o drop ligado numa porta, a ficha do cliente ganha o botão Ver sinal teórico. Ele mostra um número: quanto chega na casa, em dBm. Verde passa, vermelho está abaixo do limite. Cada conta fica guardada no cadastro — é dela que o dashboard tira a média e as faixas de sinal da empresa; rede que mudou depois só atualiza recalculando aqui ou no relatório em área.
Dois sinais, e eles não são a mesma coisa. O teórico é a conta do projeto, feita com a rede que você desenhou. Quando a empresa tem integração com o sistema comercial, ao lado dele aparece o sinal medido na ONU: o que o equipamento do cliente está recebendo de verdade, com o nome do sistema de onde veio, a situação (sinal ok, no limite, sinal baixo ou saturado) e a data da leitura. Compare os dois: diferença grande costuma ser emenda ruim ou conector sujo.
Fora de faixa é tanto o sinal fraco demais quanto o forte demais: ONU perto demais da OLT satura o receptor, e isso também é defeito. A ficha mostra só a leitura da última varredura do sistema comercial. Se a ONU não respondeu nela, o bloco diz Sem sinal na última varredura, com o último número e a data embaixo, para ninguém ler o dBm de ontem como se fosse de hoje.
A potência não pinta a casa: sinal fraco ou forte demais não muda a cor no mapa. O que pinta é a assinatura e, com a integração, a conexão: azul sem drop, verde ligada, vermelha sem conexão, cinza cancelada. A potência é número de ficha e de dashboard, onde cabe a data da leitura ao lado.
A conta completa — potência na saída do splitter, quanto o drop tira no trajeto, qual é o limite — aparece ao parar o cursor sobre o número. É o mesmo cálculo dos selos de potência da prancheta, então os dois nunca discordam.
Se o número não sair, a mensagem diz onde está o buraco: drop sem caixa, fibra ainda não emendada, ou splitter sem entrada ligada.
Para mover uma casa que ficou no lugar errado, clique nela com o botão direito e escolha Mover; o próximo clique no mapa é o novo lugar.
Com a integração ligada, os clientes chegam sozinhos: a casa no ponto que o sistema comercial tem, e o drop até a porta que ele aponta. Se o dado de lá estiver incompleto, o cliente não some, e a ficha diz o que falta:
Nos três casos a correção é no sistema comercial: na sincronia seguinte, a casa anda e o drop nasce sozinho. Para trazer na hora o que mudou, sem recarregar a página, use o ↻ do cartão do projeto aberto.
Nem tudo que se registra numa caixa é problema. Uma foto da tampa aberta, o número de série do splitter, o estado do poste: isso é documentação, não chamado. Por isso cada elemento do mapa guarda fotos e comentários direto, sem abrir pendência.
Todo elemento do mapa — caixa, cabo, poste, reserva, caixa de passagem — guarda até 12 fotos. O botão Fotos e comentários fica na ficha do elemento, no mapa, e na barra da prancheta, no grupo Registro, junto de QR Code, PNG e PDF. Quando o elemento já tem fotos ou comentários, o botão mostra o total entre parênteses.
O técnico anexa a foto do próprio aparelho, na hora, com a caixa aberta à frente:
Anexar foto e comentar é permitido a todo mundo, inclusive a quem só tem visualização. Editar a rede continua sendo exclusivo de quem tem permissão de edição.
Pendência é o "achei isso errado": uma anotação com título, descrição e até 6 fotos, apontando um elemento (caixa, cabo, poste) ou um ponto do mapa. O técnico cria pelo aplicativo. O escritório também cria pelo sistema e pode mandar o serviço para um técnico.
No computador, a pendência nasce de três jeitos: no painel Pendências, o botão Nova pendência no mapa (o próximo clique no mapa marca o lugar); no botão direito do mapa, ⚠ Criar pendência aqui; e na ficha do elemento, Abrir pendência deste elemento. O formulário pede título, descrição e até 6 fotos.
A ficha da pendência tem Ir até o local e a Conversa, que qualquer pessoa responde, até depois de resolvida. Enquanto ela está aberta, dá para anexar mais fotos, até 6 no total. Excluir é só do administrador e leva as fotos junto.
Ao abrir uma pendência pelo sistema, o formulário já traz Direcionar para (opcional); deixe em "ninguém" para só registrar o problema. Direcionar é de quem edita ou administra.
Pendência ou foto? Se alguém precisa agir, é pendência. Se é só registro do que existe, é foto no elemento (seção 11).
O sistema grava primeiro no seu navegador e depois sobe ao servidor. O indicador no alto diz o estado real: Salvo (com o tempo de resposta, como "Salvo · 45 ms"), Salvando…, N para salvar ou Sem conexão. A cor diz como está a rede: verde é conexão boa, amarelo é lenta e vermelho é ruim. Clique nele para abrir o Estado da conexão, com o tempo de cada resposta, as falhas recentes e quantas alterações esperam envio.
Uma oscilação curta de rede não atrapalha nada: o que você fez fica guardado e sobe sozinho quando a conexão volta.
Se a conexão não voltar, o sistema pausa a edição — cerca de 5 segundos depois da queda. Um aviso fixo aparece no alto da tela e as ferramentas ficam visivelmente apagadas.
Isso é proposital. Quanto mais tempo se edita sem servidor, maior a diferença entre o que está na tela e o que está no banco — e foi dessa distância que nasceram os incidentes de rede reenviada em massa. O que você já fez não se perde: fica na fila e sobe quando a conexão voltar. O que a pausa impede é continuar cavando o buraco.
Quando a conexão volta, a pausa sai sozinha e o trabalho continua de onde parou. Não é preciso recarregar a página.
Rede boa e nada sobe? Às vezes o problema não é a conexão: o servidor recusou uma alteração, como um nome que já existe no projeto. O indicador continua mostrando o que falta salvar, e a janela Estado da conexão diz o motivo. Para nome repetido, ela traz o botão Ir até “nome” e renomear: o mapa vai até o elemento e deixa o nome pronto para trocar. Enquanto isso não for resolvido, o trabalho seguinte fica na fila, atrás dele.
Quando o FTTx Maps é atualizado com a página aberta, aparece no alto o aviso Saiu uma versão nova do FTTx Maps. Daí em diante aquela aba não salva mais. O que você já salvou está guardado: clique em Atualizar agora e continue.
Existe ainda uma proteção que não depende do navegador: se um pedido chega tentando recriar centenas de elementos que o servidor sabe que já existem, ele recusa o pedido inteiro e não grava nada. Você nunca deveria ver isso acontecer — é uma rede de segurança, não uma etapa do trabalho.
No quadro da conta, o botão Config. da empresa abre as configurações. A equipe fica na aba Usuários e permissões, ao lado de A empresa e Logs. Quem não é administrador vê no lugar o botão Minha conta, onde troca a própria senha e o e-mail.
A aba A empresa mostra a ficha da conta: Identificação (o nome, o endereço de acesso com o botão de copiar, o CNPJ ou CPF e desde quando está no ar), Plano e uso (o plano, o limite de caixas e quantas já foram usadas; contam CTOs, CEs e FTTAs, e passar do limite não bloqueia nada), Integrações (o sistema comercial ligado e a última sincronia), Logo da empresa e Contato, o responsável que recebe os avisos de plano e de fim do teste.
Na mesma barra das abas fica a chave Marcador de FPS, que liga e desliga o selo de fps do canto do mapa. A escolha fica na sua conta.
Quem atende o cliente no telefone não precisa abrir o sistema inteiro nem entender de rede. O FTTx Viabilidade fica em suaempresa.fttxmaps.com/vendas e responde a pergunta do vendedor: conseguimos atender neste endereço? Fechada a venda, o cliente é cadastrado ali mesmo, com o drop e a porta. No sistema, o atalho Módulo de vendas e viabilidade ↗, na tela de projetos, abre a consulta em outra aba.
É uma porta de entrada separada. O vendedor entra com o próprio usuário, e o administrador marca só Vendas em "Onde entra" — assim ele não alcança o desenho da rede.
Na entrada, Permanecer conectado neste computador deixa a sessão aberta por até seis meses, desde que a tela seja usada ao menos uma vez a cada sete dias. Sem marcar, a sessão cai depois de 30 minutos parada. Em computador de loja, que fica aberto para qualquer um, deixe desmarcado.
-11.42038, -58.75872, em graus ou o link do Google Maps, como chega pelo WhatsApp. Enquanto você digita, o campo mostra como vai ler o texto: Endereço, Coordenada ou Coordenada incompleta.Se o Google achar a rua mas não o número, o mapa vai até a rua e pede o botão direito na casa. Número aproximado dá a resposta com o aviso "Endereço aproximado: confira se o pino está na casa certa." A busca por endereço usa o mapa do Google da empresa; sem ele, use a coordenada.
| Veredicto | O que significa | O que fazer |
|---|---|---|
| ✓ Atendemos caixa a N m · N portas livres | o endereço está no alcance de uma caixa implantada que tem porta livre | pode vender |
| ◑ Rede no local, mas sem porta livre caixa a N m está cheia | a rede alcança, mas as caixas mais perto estão sem porta | a venda depende de abrir porta: confirmar antes de prometer |
| ◑ Na margem N m — confirmar com técnico | está no limite — depende de sobra de cabo, da rota real e do que houver no poste | confirmar com um técnico antes de prometer |
| ◑ Em projeto caixa planejada a N m | fora do verde, mas na área de uma caixa que ainda não foi instalada. Só aparece para quem tem a marca "Vê caixas não implantadas / planejadas" | a rede ainda vai chegar: confirmar o prazo antes de prometer |
| ✕ Fora de cobertura caixa mais próxima a N m | não há caixa ao alcance. O botão Ver no mapa liga o endereço à caixa mais próxima num tracejado | anotar o endereço: é matéria-prima para decidir a próxima expansão |
Se a resposta trouxer "confira no app: há cliente do ERP fora do desenho", a conta das portas livres pode estar otimista: há cliente do ERP numa porta que o desenho não mostra.
A distância que aparece é em linha reta, não a metragem do cabo pela rua. Por isso existe a faixa "na margem": ela é o intervalo em que a linha reta engana. Em "Atendemos", a caixa citada é a mais perto com porta livre, que nem sempre é a mais perto de todas. Quando a mais perto está cheia, a resposta diz.
No mapa, o verde é o alcance das caixas implantadas ou certificadas; caixa planejada não entra, porque ainda não está no poste. Quem tem a marca Vê caixas não implantadas / planejadas (seção 14) vê também a área das planejadas, em azul tracejado. Depois de uma consulta, as caixas perto do endereço aparecem com o nome e as portas livres, ou "cheia".
O tamanho do verde sai de cada caixa. Na ficha da CTO, da CE ou do FTTA, o campo Range de atendimento (área verde de vendas) diz até quantos metros ela atende: de fábrica, 150 m na CTO e no FTTA, e Sem atendimento na CE, que não gera área verde. O padrão de cada tipo fica em Tipos e configurações, onde + Adicionar cria uma distância nova para a empresa toda, e a alteração em massa do relatório em área troca o range de muitas caixas de uma vez.
Fechou a venda? O cliente entra no mapa pela própria tela, com o drop e a porta.
O drop é sempre cabo de cliente, de 1 fibra, com o nome do cliente. Nome repetido não trava: o aviso aparece enquanto você digita, e o drop entra como "NOME (2)". No fim, Cadastrar outro começa o próximo.
Cliente sem drop, como o que veio do ERP, mostra as caixas próximas: escolha a caixa e a porta e clique em Criar drop. O cabo nasce reto, da casa até a caixa; as dobras se fazem depois, em Editar cabo do cliente.
A mesma conta não fica aberta em dois lugares ao mesmo tempo. Ao entrar num aparelho novo, a sessão do anterior é encerrada, e quem estava lá recebe o aviso de que a conta entrou em outro dispositivo. Conta compartilhada entre a equipe vira briga de sessão — o certo é um usuário por pessoa.
Na empresa que tem o monitoramento ligado, o sistema lê a conexão de cada cliente no sistema comercial (IXC ou SGP) e mostra quem está no ar e quem caiu. O botão Monitoramento, na tela de projetos, abre a tela própria numa aba nova. O administrador entra sempre; os outros precisam da marca Monitoramento em Usuários e permissões (seção 14). Quem enxerga só alguns projetos vê só os clientes deles. Na entrada, Permanecer conectado neste computador é para a tela que fica ligada na parede.
Na empresa em teste, a tela mostra clientes simulados do projeto demo, para ver como o monitoramento funciona. Ligada a integração com o sistema comercial, entram os clientes de verdade.
Dentro do sistema, com o projeto aberto, a seção Alarmes do painel esquerdo lista as caixas em alarme, e cada linha leva à caixa no mapa. A casa do cliente fica vermelha quando a conexão cai (seção 10).
Na tela principal, o botão App do técnico abre a janela com tudo o que é preciso.
O aplicativo está na Google Play, para Android: play.google.com/store/apps/details?id=com.fttxmaps.tecnico. E na App Store, para iPhone e iPad: apps.apple.com/br/app/fttx-maps/id6824636311.
O aplicativo carrega as telas do servidor: quando o sistema recebe melhorias, elas chegam ao celular na próxima abertura com internet, sem reinstalar nada. Só uma mudança na parte nativa (ícone, GPS, câmera) pede atualizar o aplicativo: pela Google Play ou pela App Store, como qualquer app; quem instalou pelo APK instala um novo por cima.
Foto, comentário e pendência feitos sem sinal ficam guardados no aparelho e sobem sozinhos quando a conexão volta. Na tela Fotos e comentários, o que espera leva a marca aguardando envio; a pendência avisa na hora que ficou guardada no aparelho.
Se o servidor recusar algum — a caixa já tem 12 fotos, por exemplo —, ele não some: fica com a marca não subiu, o motivo e dois botões, Tentar de novo e Descartar. A tela de projetos avisa quantos registros não subiram e onde abrir. O que está na fila é de quem fez: tocar em Sair com algo esperando faz o app perguntar antes, e os registros ficam no aparelho até a mesma pessoa entrar de novo.
O técnico consulta a rede, fotografa e abre pendência. O desenho da rede continua sob o comando do escritório — é o que evita que dois aparelhos sem sinal desenhem coisas diferentes no mesmo lugar.
O aplicativo instalado guarda o endereço da empresa e só mostra o login dela. O técnico que muda de provedor usa o botão Trocar de empresa, na tela de entrada do aplicativo (ele não existe no navegador — lá, trocar de empresa é trocar o endereço).
Trocar apaga do aparelho tudo o que é da empresa: projetos baixados, mapas e configurações. É de propósito — quem sai de um provedor não leva a rede dele no bolso. Se houver registros feitos sem sinal que ainda não subiram, o aplicativo diz quantos são antes de apagar, para ninguém perder serviço de campo sem saber.
O técnico chega numa caixa em campo e ela não diz quem é: para achá-la no sistema, era preciso saber o projeto e procurar no mapa. A etiqueta resolve isso com papel: um código impresso, colado dentro da caixa. Quem escanear pelo aplicativo cai direto no diagrama daquela caixa — no projeto certo, sem procurar nada.
O código é permanente e feito para ser digitado sem erro: ele sai sorteado sem as letras que se confundem à mão — I, L, O, U — e com um verificador no fim, que pega o dedo errado antes de qualquer consulta.
No aplicativo do técnico (seção 18), o leitor abre pelo botão da tela de projetos ou pelo botão flutuante do mapa — e lê de três jeitos:
O que abre é o diagrama de fusões da caixa: quem escaneou está com a tampa aberta na mão, querendo saber qual fibra vai em qual porta. Caixa sem diagrama cai na ficha. A consulta é no servidor, então escanear pede sinal — o resto do aplicativo continua funcionando offline como sempre.
Um QR de nota fiscal ou de Pix no enquadramento é ignorado no próprio aparelho — não fecha a câmera nem sai para a rede. E etiqueta de outro provedor, ou uma antiga que foi trocada, responde "não encontrada": o código não conta nada sobre a rede a quem não é da casa.
Câmera é parte nativa do aplicativo (seção 17). O aplicativo da Google Play e o da App Store já leem ao vivo; no iPhone, quem lê é o leitor do próprio iPhone. Quem ainda usa um APK antigo continua abrindo a caixa, mas tirando uma foto do código em vez de apontar: instale pela loja, ou pelo APK atual da janela App do técnico.
O botão Gerar outro código existe para etiqueta comprometida — o papel sumiu, ou foi parar em mãos erradas. Ele invalida o atual na hora: etiqueta já impressa e colada em campo para de abrir, e alguém vai precisar trocar o papel na caixa. Por isso o sistema pergunta antes, com essa consequência escrita — não é um botão de "imprimir de novo". Para reimprimir o mesmo código, use o Exportar PDF de sempre.
A lista abaixo está no próprio sistema: aperte F1 (ou ?) em qualquer tela, ou clique no ? no alto do painel esquerdo, ao lado do nome FTTx Maps. Ela se monta sozinha do código — atalho novo aparece lá sem ninguém precisar lembrar de escrever.
Todas valem fora de campo de texto: enquanto você digita o nome de uma caixa, a tecla é do campo.
Travou em alguma coisa, ou a tela fez o que não devia? Não é preciso sair do sistema para pedir ajuda. São duas portas para o mesmo painel: o botão azul logo abaixo do zoom do mapa e o botão Suporte na fileira de atalhos da tela inicial — este serve para quando nem há projeto aberto. O painel abre com três caminhos: Falar com o suporte, Tutoriais e O que mudou.
A conversa é a mesma nas duas portas, e ela atravessa a troca de projeto: abrir outro projeto no meio de um atendimento não fecha nem perde nada.
Em Falar com o suporte, conte o que aconteceu e onde. A primeira mensagem já leva junto a empresa, o projeto aberto e a versão do sistema — ninguém precisa explicar de onde está falando. A resposta da equipe chega no próprio painel, e enquanto alguém está atendendo, o nome dessa pessoa aparece no alto da conversa.
Quem responde é a nossa equipe, das 8h às 22h. Fora desse horário a mensagem não se perde: fica guardada e é respondida quando o atendimento abrir — o painel diz isso com todas as letras. Se você fechar o painel ou trocar de aba, a resposta chega como aviso do navegador (ele pede essa permissão na sua primeira mensagem) e o botão do mapa ganha uma bolinha com as mensagens que você ainda não leu.
Resolvido? Encerrar atendimento, no rodapé da conversa, fecha o chamado — a equipe também pode encerrar do lado dela. Sem isso a conversa fica aberta e continua de onde parou quando você voltar a escrever.
Ao encerrar, o painel pede a sua avaliação: cinco estrelas, a pergunta "Seu problema foi resolvido?" e um comentário, se quiser. Só a nota é obrigatória, e Agora não está ali para quem não quer avaliar. É essa nota que diz à equipe onde o atendimento está falhando — por isso ela vem como convite, e não como formulário.
Atendimento encerrado limpa a conversa: uma mensagem nova abre outro atendimento, do zero. Os arquivos que você mandou são apagados 30 dias depois do encerramento, ou da última mensagem se a conversa ficar aberta.
No mesmo painel, Tutoriais lista as seções deste manual, com busca — cada uma abre no ponto certo. E O que mudou mostra as novidades por versão, três de cada vez, com a sua marcada como "a que você usa"; o botão no fim traz as versões anteriores. É o mesmo texto do cartão da tela de projetos (seção 2).
Esqueceu a senha ou o login não abre? Na tela de entrada, Chamar suporte no WhatsApp abre a conversa com a mesma equipe, já com uma mensagem pronta (seção 1). Com a conta em Somente leitura, a tarja do alto da tela também traz Falar com o suporte, pelo WhatsApp.
Dúvidas ou algo estranho na tela? Fale com o suporte pelo botão azul do mapa (seção 22) ou em fttxmaps.com/contato.
Manual de uso do FTTx Maps — edição 10, outubro de 2026, sistema v1.121.0.