“O comercial vendeu. Tem porta lá?”
A CTO mostra quantas saídas de atendimento ainda estão livres. Descobrir isso no dia da instalação, com o cliente esperando, custa caro.
Do POP à porta do assinante: cada caixa, cada fibra e cada porta com nome, posição e histórico. A documentação deixa de morar num KMZ que ninguém atualiza e passa a ser onde a equipe trabalha — do projetista ao técnico no poste.
O que o sistema responde
Situações que acontecem toda semana num provedor — e que hoje dependem de alguém lembrar.
A CTO mostra quantas saídas de atendimento ainda estão livres. Descobrir isso no dia da instalação, com o cliente esperando, custa caro.
Siga a fibra emenda por emenda até o POP e veja quais caixas ficaram para trás do rompimento — antes de o telefone começar a tocar.
O técnico manda a coordenada, você abre no mapa: nome, tipo, o que entra, o que sai e qual splitter alimenta cada porta.
O comercial cola a coordenada e sai atende, na margem ou fora, com a distância até a caixa mais próxima. Sem interromper o projetista.
Os postes são da empresa, não do projeto. Quem mapeou a cidade uma vez enxerga os mesmos postes em todo projeto que passar por ali.
Nome, horário e o que foi alterado — inclusive quantos metros o ponto andou. Serve para corrigir e para entender como o erro aconteceu.
Recursos
A cidade inteira aberta de uma vez, sem travar. CTO, CEO, FTTA, POP, poste e cabo, com traçado real e criação em massa.
O que o técnico vai encontrar quando abrir. Splitters, fusões e fibra a fibra nas cores do padrão — em PDF, para levar ao poste.
O comercial responde sozinho, sem parar o projetista. Tela própria, sem acesso ao desenho da rede.
Seus KMZ entram com revisão item a item. E saem quando quiser, em KML, KMZ ou GeoJSON — o dado continua seu.
Desenhe um bairro e veja o que há dentro. Trocar tipo ou status de mil caixas leva um clique.
Cada um com o seu acesso: administrador, editor ou só leitura. Toda alteração fica registrada com autor e horário.
Dúvidas
As dúvidas que aparecem em toda conversa com um provedor.
Não. Os arquivos que você já usa entram como estão, e você confere elemento por elemento antes de gravar. Você parte do que já mapeou, em vez de recomeçar.
Aguenta. Foi feito para redes grandes e hoje opera projetos com centenas de milhares de elementos — sem precisar quebrar a cidade em vários arquivos para não travar.
Seus dados continuam sendo seus. Você exporta tudo em KML, KMZ ou GeoJSON quando quiser, sem depender de pedido, prazo ou autorização de ninguém.
Não. O comercial tem uma tela própria, que responde se o endereço é atendido e a que distância está a caixa mais próxima. O desenho da rede, as fusões e as portas ficam fora do alcance dele.
Sim. Cada pessoa entra com o acesso que você definir: administrar, editar ou apenas consultar. O técnico em campo abre a documentação sem risco de mexer no projeto sem querer.
Dá. Toda alteração registra quem fez, quando fez e o que mudou. Quando algo aparece diferente do combinado, a conversa começa com a informação na tela, não com suposição.
Não. O poste pertence à empresa, não ao projeto. Mapeou a cidade uma vez e todos os projetos que passarem por ali enxergam os mesmos postes.
Cada cidade ou expansão vira um projeto próprio, com a sua região. Eles convivem sem se misturar e sem que um pese no outro.